MISTÉRIO DO GOLGOTA

  • A MORTE INICIÁTICA E A RESSUREIÇÃO

    (T.Palamidessi, Introdução aos Mistérios Menores e Maiores)

    A imitação de Cristo coloca diante ao candidato algumas etapas iniciáticas durante as quais, assistido pelo Instrutor e usando os meios da ascese arqueosófica, deve realizar. Os Mistérios serão uma cerimónia ritual, específica para cada Mistério, na qual se terão em conta as regras da teurgia, dos fenómenos astrológicos (astrologia mistérica), das preliminares purificações e, junto à representação dramaturgica, os actores que participam à celebração do Mistériodeverão verdadeiramente viver, experimentar a sua parte.

  • OS GUARDIÕES DO LIMIAR E O CAMINHO EVOLUTIVO

    TOMMASO PALAMIDESSI

    OS GUARDIÕES DO LIMIAR E O CAMINHO EVOLUTIVO

    Décimo Caderno

  • O MISTÉRIO DO GOLGOTA E A VISITA DO GRANDE GUARDIÃO

    T. Palamidessi OS GUARDIÕES DO LIMIAR E O CAMINHO EVOLUTIVO

    Quando a purificação do Ego é perfeita, e por acção reflexa o é também aquela do “corpo de desejo”, então no instante da morte ou em outros momentos da vida terrena, o Guardião se apresentará como Anjo de Luz.
  • O Mito do Cálice

    T. Palamidessi EXPERIÊNCIA MISTÉRICA DO SANTO GRAAL

    Mencionamos com velada alusão o Graal, o sagrado Cálice, a Taçaou Cálice utilizado por Jesus Cristo na Última Ceia, quando instituiu a Eucaristia, e que foi utilizado por José de Arimateia, discípulo do Avatâr (Messias), para recolher o sangue e a água que escorria da lesão do Seu costado, provocada por uma lança do centurião Longino: Cálice que José, depois de ter sido prisioneiro em Jerusalém, transportou na companhia de Nicodemo para a Grã-Bretanha, quando com outros companheiros foi para aquela terra para evangelizar.
     
    Agora explicaremos, tanto quanto possível, ou seja, até ao limite consentido pela “Disciplina do Arcano”, o que é este Cálice cheio de uma bebida imortal ligada ao Mistério do Gólgota, mas para nos entender temos que remontar a uma determinada literatura antiga que transmite aos posteriores um conhecimento especial sob o véu de poemas heroicos, de lendas estranhas que lembram os modos alegóricos de Homero, Ovídio, Dante, Cecco d’Ascoli e de muitos outros.
     
    O mito do Cáliceé lembrado por inúmeras fontes, entre as quais sobressaem as provençais e germânicas, com uma breve literatura cavaleiresca que apareceu no séc. XII, na época das Cruzadas na Terra Santa com uma intenção clara e inequívoca: assinalar uma tradição secreta, indicar aos homens o caminho da iluminação e da imortalidade, a recuperação da Sapiência perdida. Dissemos “o mito da Taça”. Exacto! As verdades doutrinais, as técnicas de auto-superação, transmitem-se sob a forma do mito, ou seja, o conto, as lendas que se podem perceber quando se tem a chave do simbolismo. Sem o mito não teriam chegado até nós os ensinamentos secretos das civilizações longínquas. Os mitosforam entregues pelos grandes sacerdotes do passado, quando existia a necessidade de velar a Revelação Divina.

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