O CAMINHO EVOLUTIVO

  • OS GUARDIÕES DO LIMIAR E O CAMINHO EVOLUTIVO

    TOMMASO PALAMIDESSI

    OS GUARDIÕES DO LIMIAR E O CAMINHO EVOLUTIVO

    Décimo Caderno

  • O CAMINHO EVOLUTIVO SEGUNDO O CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    T. Palamidessi OS GUARDIÕES DO LIMIAR E O CAMINHO EVOLUTIVO

    Os “Guardiões do limiar” são as aparições sintomáticas que indicam as características do caminho evolutivo de uma consciência e assinalam a que ponto desta evolução interior se encontra um indivíduo.
  • O Caminho para Deus

    T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    O caminho para Deus não é só uma questão de fé e de moralidade perfeita, mas também utilização de todas aquelas ciências, artes, técnicas que ajudam a libertar as correntes do mundo fenoménico. Há técnicas psicossomáticas sem as quais a preparação de baixo se torna quase impossível, apesar da ajuda da Graça, dos Sacramentos, da vida litúrgica.
  • CRÓNICAS DE CIVILIZAÇÕES DESAPARECIDAS

     

    ALESSANDRO BENASSAI

    CRÓNICAS DE CIVILIZAÇÕES DESAPARECIDAS

    San Galgano, 5 de Setembro 2009

  • OS SETE PERIODOS EVOLUTIVOS, AS REENCARNAÇÕES DA TERRA

     

     

    A. Benassai CRÓNICAS DE CIVILIZAÇÕES DESAPARECIDAS

    “A peregrinação dos espíritos, seja no além seja aqui, ocorre sempre dentro da Terra, na Terra e sobre ela a uma certa altura. O planeta Terra teve muitos renascimentos, e terá muito mais. Os seus períodos são sete:

    1. o Período de Saturno;
    2. o Período do Sol;
    3. o Período da Lua;
    4. o Período da Terra;
    5. o Período de Júpiter;
    6. o Período de Vénus;
    7. o Período de Vulcão.
  • O POVO LEMURIANO

    A. Benassai CRÓNICAS DE CIVILIZAÇÕES DESAPARECIDAS

    Os Lemurianos, guiados pelos reis aos quais reconheciam espontaneamente um grande poder, submetiam-se a duras disciplinas para desenvolver no homem uma super vontade, enquanto nas mulheres se preferia a imaginação e a fantasia.

    As sacerdotisas celebravam o nascer do Sol com modulações rítmicas da voz iguais a breves melodias repetidas e com danças.

  • ATLÂNTIDA

    A. Benassai CRÓNICAS DE CIVILIZAÇÕES DESAPARECIDAS

    Com a destruição da Lemúria, um novo continente emergiu das águas do Oceano Atlântico. Há um milhão de anos atrás a Atlântida estendia-se a alguns graus para este da Islândia até à América meridional, nos arredores do Rio de Janeiro. Incluía o Texas, o Golfo do México e os estados meridionais e orientais da América, incluído o Labrador.

  • O MISTERIO DO MAPA DE REIS

    A. Benassai CRÓNICAS DE CIVILIZAÇÕES DESAPARECIDAS

    Mapas e representações ornamentais testemunham condições climáticas e geológicas do globo terrestre que remontam a dezenas de milhares de anos atrás. Destes mapas escritos em épocas pré-históricas chegarem até nós cópias. Distingue-se aquela desenhada pelo almirante Piri Reis, reencontrada em 1929 durante o despejo no harém do Palácio Topkapiem Istambul onde ainda hoje é guardada; Reis escreveu ter usado “antigas cartas e mapas do mundo desenhadas na altura do Alexandre, nas quais eram indicadas as zonas desabitadas da Terra”.

  • DE ATLÂNTIDA AO EGIPTO

    A. Benassai CRÓNICAS DE CIVILIZAÇÕES DESAPARECIDAS

    Depois da primeira catástrofe em 850.000, quando as condições climáticas o permitiam, uma etnia de pele castanha clara, permaneceu confinada numa zona montanhosa onde hoje surgem a Escócia e a Irlanda, expandiu-se no sul de Atlântida apropriando-se da Cidade das Portas de Ouro que em seguida se tornou o centro do império.

  • MIGRAÇÕES NO ORIENTE

    A. Benassai CRÓNICAS DE CIVILIZAÇÕES DESAPARECIDAS

    Há cerca de 100.000 anos atrás o poder na Atlântida foi conquistado por uma raça nativa de uma área geográfica onde hoje se encontra a Sardenha, da qual os Etruscos, Fenícios, Cartagineses e Bascos eram descendentes.

    Depois de uma seleção que durou milhares de anos, desenvolveu-se entre as montanhas a norte de Ruta, a maior das duas ilhas atlânticas, uma população de raça ariana. Há 80.000 anos atrás, antes do desastre, uma colónia de raça ariana atravessou o Mar do Sáara para migrar na Arábia. Era a época em que a civilização originária de Atlântida florescia no Egipto.

  • A EXTINÇÃO DOS MAMUTES

    A. Benassai CRÓNICAS DE CIVILIZAÇÕES DESAPARECIDAS

    O desaparecimento dos mamutes foi uma verdadeira extinção em massa que aconteceu de repente, assim como a dos dinossauros. George Cuvier, funcionário do Museu de História de Paris e fundador da Paleontologia dos vertebrados, afirma que a terra foi arrasada por uma série de eventos catastróficos cuja violência foi tal que causou a extinção de espécies inteiras. O famoso naturalista descreve com precisão a catástrofe que se verificou há cerca de 12.000 anos atrás no norte do oceano pacífico ao largo das costas siberianas, numa zona conhecida como Mar de Leptev, ou seja em perfeita coincidência com o cataclismo que afundou Poseídon.

  • Crónicas De Civilizações Desaparecidas

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