RESSUREIÇÃO

  • INTRODUÇÃO AOS MISTÉRIOS MENORES E MAIORES

    TOMMASO PALAMIDESSI

    INTRODUÇÃO AOS MISTÉRIOS MENORES E MAIORES

    Alguns aspectos dos Mistérios Cristãos e antigos à luz da Arqueosofia

    Quarto Caderno

  • A MORTE INICIÁTICA E A RESSUREIÇÃO

    (T.Palamidessi, Introdução aos Mistérios Menores e Maiores)

    A imitação de Cristo coloca diante ao candidato algumas etapas iniciáticas durante as quais, assistido pelo Instrutor e usando os meios da ascese arqueosófica, deve realizar. Os Mistérios serão uma cerimónia ritual, específica para cada Mistério, na qual se terão em conta as regras da teurgia, dos fenómenos astrológicos (astrologia mistérica), das preliminares purificações e, junto à representação dramaturgica, os actores que participam à celebração do Mistériodeverão verdadeiramente viver, experimentar a sua parte.

  • RESSURREIÇÃO DO CORPO E PARUSIA DE CRISTO

    T. Palamidessi OS OBJECTIVOS DA ORDEM INICIÁTICA LÓTUS+CRUZ

    Os Arqueósofos e todos os despertados que se uniram com a Ordem Iniciática Lótus+Cruze á volta dela, preparam-se à Parusia de Cristo, ao Juízo Universale à Ressurreição da carne, como tem sintetizado o Credo.
  • OS GUARDIÕES DO LIMIAR E O CAMINHO EVOLUTIVO

    TOMMASO PALAMIDESSI

    OS GUARDIÕES DO LIMIAR E O CAMINHO EVOLUTIVO

    Décimo Caderno

  • PROPRIEDADE E DOTES DOS CORPOS RESUSCITADOS

    T. Palamidessi OS GUARDIÕES DO LIMIAR E O CAMINHO EVOLUTIVO

    Os corpos daqueles que ressuscitarão, ensinam as Escrituras, gozarão de prerrogativas naturais e além naturais:
    1. a imortalidade (prerrogativa além natural), asseverada com clareza em I Corinzi, 15:53, Lucas,20:35, Apocalipse,21:4, extensa também aos corpos dos danados;
    2. a integridade (prerrogativa natural), implicando a restituição dos membros, a distinção dos sexos e a perfeição dos sentidos;
    3. a prestância e beleza física (prerrogativa natural).
    Os corpos gloriososdos quais fala S. Paulo tinham quatro dons totalmente sobrenaturais (I Cor.15:42-44):
    1. incorruptibilidade ou impassibilidadederivada pela perfeita submissão do corpo á alma, pelo qual serão preservados de quaisquer dor (cfr. Isaias,25:8;69;10; Apoc.7:16-17;21:4);
    2. a clareza: os corpos dos santos reflectem a luz, o esplendor interior da alma, pelo qual no corpo serão conformes ao Verbo Incarnado, justas as palavras de Cristo e das Tradições (Mateus, 13:43; Sapiência3:7; Daniel,12:3): “Então os justos esplenderão como o sol no Reino do seu Pai.”;
    3. a agilidade, pelo qual o corpo do santo, uma vez livre do natural peso (imponderabilidade), poderá transferir-se rapidamente de um ponto ao outro do cosmos (Isaias,60:31; S. Agostino, Serm. 242:3): este fenómeno terá para a total submissão do corpo á alma, que opera não como forma mas como motor;
    4. subtilezae faculdadede penetrar tudo: o corpo glorioso penetra, sem dificuldade e sem mutua lesão, os outros corpos do Universo.
  • ONDE ANDAM OS RESSUSCITADOS COM O NOVO CORPO DA RESSUREIÇÃO?

    T. Palamidessi OS GUARDIÕES DO LIMIAR E O CAMINHO EVOLUTIVO

    A peregrinação dos espíritos, seja no além ou neste mundo, se desenvolve sempre aqui dentro na terra, sobre a terra e acima dela há uma certa altura. O planeta terra tem vivido muitos renascidos, e tantos haverá ainda. Os seus períodos são sete:
    1. o período de Saturno;
    2. o período do Sol;
    3. o período da Lua;
    4. o período da Terra;
    5. o período de Júpiter;
    6. o período de Vénus;
    7. o período do Vulcão.
    É bom dizer já que os subditos Períodos não têm alguma referência com os homónimos planetas que se deslocam em torno do Sol conjuntamente á Terra na sua órbita.
     
    Os Períodos são somente as reincarnações passadas, presentes e futuras da nossa Terra. Os primeiros três períodos são já passados, e agora estamos no quarto, o período da Terra. Uma vez completado este Período Terrestredo nosso globo, nós passaremos sucessivamente para as condições dos Períodos de Júpiter, Vénus e Vulcano, antes que termine o septenário da Manifestação.
     
    A ressurreição dos corpos haverá na passagem do Período da Terraao sucessivo Período de Júpiter, sempre sobre o nosso globo que haverá mudado condições geológicas e biológicas. Em tais condições os danados terão ainda as possibilidades de redenção.
  • RELIGIÃO CRISTÃ E TRADIÇÃO METAFÍSICA PRIMORDIAL UNITÁRIA

    T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    Para além de cada religião ou tradição espiritualizante particular, existe uma Tradição metafísica arcaica ou primordial unitária. Isto compreende-se com algumas passagens escriturais e com alguns escritos dos primeiros seguidores de Jesus.
     
    O termo “metafísico” quer significar um saber inerente não ao mundo físico, mas a uma realidade que transcende o mundo humano e terreno. Ao facto incontestável que sempre existiu uma Tradição primordial unitária e metafísica, comunicada um pouco de cada vez a toda a humanidade, mencionam Justino Mártir nas suas “Apologias” e Santo Agostinho Bispo de Hipona nos tratados “A verdadeira religião” e “Retratações”. Este último na verdade afirma que a religião cristã sempre existiu antes de o Messias se encarnar. Como? É fácil intuir isso aceitando o conceito metafisicamente.
  • UNIDADE DE DEUS NA TRINIDADE DO PAI, FILHO E ESPIRITO SANTO – DEUS ÚNICO PODE DIZER-SE TRINO

    T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    A unidade absoluta de Deus é proclamada por Moisés no Deuteronómio (6:4) segundo a Revelação primordial e a Tradição; estas são as palavras: “Ouve, Israel: o Senhor é o nosso Deus e é o único Senhor”. Mais tarde Jesus dirá as mesmas palavras que Marcus, 12:29, transcreve pela viva voz do Redentor, e o evangelista Mateus, 28:18, conta na base da revelação, depois da aparição de Cristo glorioso na sua ressurreição:

  • OS SETE PERIODOS EVOLUTIVOS, AS REENCARNAÇÕES DA TERRA

     

     

    A. Benassai CRÓNICAS DE CIVILIZAÇÕES DESAPARECIDAS

    “A peregrinação dos espíritos, seja no além seja aqui, ocorre sempre dentro da Terra, na Terra e sobre ela a uma certa altura. O planeta Terra teve muitos renascimentos, e terá muito mais. Os seus períodos são sete:

    1. o Período de Saturno;
    2. o Período do Sol;
    3. o Período da Lua;
    4. o Período da Terra;
    5. o Período de Júpiter;
    6. o Período de Vénus;
    7. o Período de Vulcão.
  • A ESFINGE DE GIZÉ

    A. Benassai O MISTÉRIO DAS PIRÂMIDES

    Sobre a Esfinge falou-se muito com teses e opiniões contrastantes. Embora tenha sido feita remontar à VI Dinastia, não existe nenhum texto sobre o Antigo Reino que a cite. Chamada pelos egípcios Hor-Em-Akhet, ou seja “Horo que está no Horizonte”, a Esfingeé um claro símbolo de ressurreição

  • Os argumentos do Ensinamento Esotérico

    T. Palamidessi COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    Os argumentos do ensinamento esotérico se referiam ás seguintes doutrinas:
    1. A doutrina de Deus;
    2. A doutrina do Cosmo;
    3. A doutrina da Lei;
    4. A doutrina do Homem;
    5. A doutrina Ascética.
    Nós trataremos estes argomentos nos cadernos de “Arqueosófica”. Estarão muitas coisas a dizer que devem ser escritas para não andar perdidas. 
  • O MILAGRE E O ENSINAMENTO OCULTO DE JESUS CRISTO COM A PRIMEIRA MULTIPLICAÇÃO DE CINCO PÃES E DOIS PEIXES

    T. Palamidessi COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    Porque este episódio é um dos mais enigmáticos, o temos escolhido para comentá-lo. A distância de pouco tempo deste acontecimento, existe uma segunda multiplicação dos pães e dos peixes, operada sempre por Jesus, cujo significado, porém, não é o mesmo. Nos ocuparemos da primeira, narrada por S. João,6,1-15, S. Lucas,9,10-17, S. Marcos,6,30-33 e S. Mateus,14,13-21.

  • A RESSUREIÇÃO E O SIGNIFICADO DAS PALAVRAS DE JESUS MORRENDO CUCRIFICADO

    T. Palamidessi COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    Existe um momento da vida de Jesus, pregado ao lenho da cruz, denso de significados que a humana incompreensão dos racionalistas toma como aceno para inferiorizar contra a humanidade de Cristo perto da morte. Pois bem, nós o queremos examinar nos seus particulares para provar ainda uma vez a Divindade de nosso Senhor e a sua potência. Antes de entrar no argumento, convém examinar outros passos clarificadores.

  • O LABIRINTO DOS SONHOS E A VIGIA PERENE

    TOMMASO PALAMIDESSI

    O LABIRINTO DOS SONHOS E A VIGIA PERENE

    Trigésimo oitavo Caderno

  • DEFINIÇÕES DA “VIGIA PERENE”

    T. Palamidessi O LABIRINTO DOS SONHOS E A VIGIA PERENE

    Quem não dorme está desperto, mas se resiste voluntariamente ao sono, então diz-se que vigia. A “Vigia perene” è um estado extraordinário espiritual e ao mesmo tempo sobrenatural, consistente na junção da vigia interior com tudo aquilo que de externo e imortal está em nós por obra do Filho de Deus, o Senhor Jesus Cristo, em vista da permanente união transformante de Amor com a Trindade Santa

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