Gnose judaico-cristão

  • HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    TOMMASO PALAMIDESSI

    HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    Trigésimo Quinto Caderno

  • O CONHECIMENTO JUDAICO-CRISTÃO

    T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    Sobre o antigo constrói-se o novo. Da revelação divina, sem nada negar, adiciona-se o novo quando os tempos devem ser completados, e houver suficientes ouvintes para perceber sem interpretar mal o que o Onipotente, no seu tríplice manifestar-se, quer da humanidade. Mas foi realmente revelado o novo sem destruir o velho?

  • ABRAHAM É O PAI DA KABBALAH

    T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    Abraão, filho de Terá, descendente de Sem, viveu, segundo a Bíblia, em 2168 antes de Cristo. O seu nome foi mudado esotericamente para Abhrãhãm (Génese 17:5). O lugar de nascimento foi Ur, na Mesopotâmia. De linhagem nobre, astrólogo e astrónomo, conhecedor da Ciência Oculta da sua época, é considerado o pai espiritual do povo eleito, portanto relembrado através dos séculos por vários personagens religiosos e, em data mais recente, por Jesus Cristo.

  • A verdadeira Gnose, a Sabedoria de Deus

    T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    Quando falta a unidade de doutrina e sucessão apostólica como força transmitida pelo iniciador ao iniciado, há um defeito de princípio. A Arqueosofia é de inspiração cristã e é uma realidade porque nela existe a unidade doutrinal, de Tradição e de Iniciação Crística. Na unidade doutrinal há o Antigo e o Novo Testamento nos seus aspetos esotéricos, portanto gnósticos à maneira da Tradição Apostólicae da Eclésia Universal.

  • INICIAÇÃO EM GERAL

    T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    INICIAÇÃO EM GERAL: do latino in-eo = entrar no interior(daqual initium, início, iniciar). No sentido sagrado significa ser admitido entre os participantes de um dado grupo religioso. A iniciação é um rito (ver termo) que efectua e consagra a passagem de um grupo de indivíduos, ou de um só, de uma condição á outra da vida interior, e para a precisão do mundo profano(ver termo)àquela sagrada. Nos grupos primitivos conta muito o conjunto dos ritos que introduzem o jovem ou a jovem na sociedade dos adultos.

  • COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    TOMMASO PALAMIDESSI

    COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    Exegese Arqueosófica A Mateus, Marcos,Lucas e João

    Caderno 36

  • O GRANDE ARCANO DOS QUATRO EVANGELHOS SEGUNDO MATEUS,MARCUS,LUCAS E JOÃO.

    T. Palamidessi COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    Evangelho, ou Vangelo, em grego quer dizer “boa notícia” porque anuncia a todos a possibilidade de salvar-se espiritualmente com a ajuda de Cristo, o Filho de Deus incarnado no Homem Jesus: aquele Messias anunciado pelos profetas do Antigo Testamento, tais como Moisés, Daniel, Isaias, Elias e João o Baptista, que tinham preparado a estrada ao Advento. 

  • O GRANDE ARCANO DOS QUATRO EVANGELHOS

    T. Palamidessi COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    Da leitura e estudo dos passos reportados neste fascículo, entenderão que o grande arcano dos Evangelhosconsiste nas artes subtis dos quatro Iniciados no expor á vida terrena e sobrenatural de Jesus, do nascimento á crucificação, com tantos e tantos episódios ( curas milagrosas, viagens missionárias, transmutação da água em vinho, multiplicação dos pães e dos peixes, ressurreição da tumba, etc.) que são simultaneamente factos históricos, ensinamentos morais, chaves de teologia ascética e mística, soluções de Alta Iniciação

  • A Predicação de Jesus Cristo

    T. Palamidessi COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    predicação de Cristo se insere na tradição do hebraico com uma nova revelação e uma nova vida espiritual, que supera todas as precedentes, e surge no momento culminante da civilização grego-romana, meio milénio depois que Confucio tinha indicado á civilização chinesa as suas bases morais e o Buda tinha iniciado o seu colossal movimento espiritual que da Índia seria extenso a todo o Extremo Oriente. Se bem que o Cristianismo, talvez pelo seu nascer, apontasse com a sua universalidade até á Pérsia e a Índia, em menos de três séculos a sua afirmação chega ao Mediterrâneo.

  • Natureza, constituição e condições do Reino de Deus nos Sinópticos

    T. Palamidessi COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    O estudo dos Sinópticos, ou seja dos Evangelhossegundo Mateus, Marcos e Lucas, assim definidos para que as suas colunas harmonizadas possam ser facilmente lidas e confrontados com um só olhar, como puro o exame do Evangelho segundo João e as Cartas de S. Paulo, oferecem um quadro da espiritualidade cristã que resumiremos em poucas páginas.

    Diremos por primeira coisa que a ideia central do ensinamento de Jesus Cristo nos Sinópticos é aquela do Reino de Deus. Por isso, no intento de fazer entender e realizar a espiritualidade que você encontra, indicamos a natureza deste Reino, a constituição e as condições para aceder-vos.

  • Os argumentos do Ensinamento Esotérico

    T. Palamidessi COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    Os argumentos do ensinamento esotérico se referiam ás seguintes doutrinas:
    1. A doutrina de Deus;
    2. A doutrina do Cosmo;
    3. A doutrina da Lei;
    4. A doutrina do Homem;
    5. A doutrina Ascética.
    Nós trataremos estes argomentos nos cadernos de “Arqueosófica”. Estarão muitas coisas a dizer que devem ser escritas para não andar perdidas. 
  • A vida interior de Deus no Evangelho de S.João

    T. Palamidessi COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    No Quarto Evangelho, dito Segundo S. João, não domina mais a ideia do Reino e a ideia de S. Paulo á cerca do desenho santificador de Deus sobre o homem: domina de facto a ideia da vida espiritual. O evangelista predilecto do Senhor nos faz conhecer a vida interior de Deus, do Verbo incarnadoe por fim do Cristão. Eis a síntese:

  • O MILAGRE E O ENSINAMENTO OCULTO DE JESUS CRISTO COM A PRIMEIRA MULTIPLICAÇÃO DE CINCO PÃES E DOIS PEIXES

    T. Palamidessi COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    Porque este episódio é um dos mais enigmáticos, o temos escolhido para comentá-lo. A distância de pouco tempo deste acontecimento, existe uma segunda multiplicação dos pães e dos peixes, operada sempre por Jesus, cujo significado, porém, não é o mesmo. Nos ocuparemos da primeira, narrada por S. João,6,1-15, S. Lucas,9,10-17, S. Marcos,6,30-33 e S. Mateus,14,13-21.

  • CURA DO CEGO DE BETSAIDA

    T. Palamidessi COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    Também este caso se refere a uma cura milagrosa e, como os outros, é uma narração alegórica para entender espiritualmente. Portanto não se detém só á letra, mas principalmente ao espirito da letra. O facto o narra S. Marcos (8,22-26): “E chegado em Betsaida: e lhe foi conduzido um cego pela mão, o levaram fora da aldeia; e cuspiu-lhe nos olhos e colocou as mãos, lhe perguntou:- Vês tu qualquer coisa?- E ele, lavados os olhos, disse:- distingo os homens, porque o vejo caminhar, e me lembram arvores.- Depois Jesus lhe mise de novo as mãos sobre os olhos, e lhe olhou novamente e foi curado e via cada coisa claramente. E Jesus o enviou a sua casa dizendo-lhe:- Não entrar nem na aldeia -“.

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