Gnose

  • HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    TOMMASO PALAMIDESSI

    HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    Trigésimo Quinto Caderno

  • GNOSE CRISTÃ E GNOSE NÃO CRISTÃ

    T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    A gnose do cristão não é a gnose do não cristão. Onde falta um trabalho permanente de auto purificação integral conforme os conselhos, advertências e exemplos de nosso Senhor Jesus Cristo e da graça trinitária, não há gnose. “O homem torna-se Deus, de qualquer maneira, de homem que era” (Stromata, VII, 16).
  • Evágrio do Ponto

    T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    Entre os teóricos e práticos da espiritualidade da Igreja antiga, Evágrio do Ponto é uma figura importante. Recolheu a tradição oral e escrita dos séculos antecedentes, e em particular a da escola de Alexandria e Cesareia. Foi capaz de desenvolver cada informação e trouxe, com os seus escritos e com o exemplo de uma santa vida, uma contribuição notável exercitando o seu influxo na posteridade.
  • OS APOLOGISTAS GREGOS

    T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    Os grandes apologistas cristãos entram em cena no segundo século. Entre estes destaca-se Justino de Nablus, nativo de Flávia Neápolis (a atual Nablus) na Palestina (100-166). Defendeu a nova doutrina quer fosse contra os Judeus e os Gentios, quer contra os heréticos, afirmando que também os filósofos e os poetas gregos receberam uma revelação e tiveram um conhecimento parcial da verdade. Justino foi autor de duas Apologias.

  • O CONHECIMENTO JUDAICO-CRISTÃO

    T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    Sobre o antigo constrói-se o novo. Da revelação divina, sem nada negar, adiciona-se o novo quando os tempos devem ser completados, e houver suficientes ouvintes para perceber sem interpretar mal o que o Onipotente, no seu tríplice manifestar-se, quer da humanidade. Mas foi realmente revelado o novo sem destruir o velho?

  • ABRAHAM É O PAI DA KABBALAH

    T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    Abraão, filho de Terá, descendente de Sem, viveu, segundo a Bíblia, em 2168 antes de Cristo. O seu nome foi mudado esotericamente para Abhrãhãm (Génese 17:5). O lugar de nascimento foi Ur, na Mesopotâmia. De linhagem nobre, astrólogo e astrónomo, conhecedor da Ciência Oculta da sua época, é considerado o pai espiritual do povo eleito, portanto relembrado através dos séculos por vários personagens religiosos e, em data mais recente, por Jesus Cristo.

  • A verdadeira Gnose, a Sabedoria de Deus

    T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    Quando falta a unidade de doutrina e sucessão apostólica como força transmitida pelo iniciador ao iniciado, há um defeito de princípio. A Arqueosofia é de inspiração cristã e é uma realidade porque nela existe a unidade doutrinal, de Tradição e de Iniciação Crística. Na unidade doutrinal há o Antigo e o Novo Testamento nos seus aspetos esotéricos, portanto gnósticos à maneira da Tradição Apostólicae da Eclésia Universal.

  • INICIAÇÃO EM GERAL

    T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    INICIAÇÃO EM GERAL: do latino in-eo = entrar no interior(daqual initium, início, iniciar). No sentido sagrado significa ser admitido entre os participantes de um dado grupo religioso. A iniciação é um rito (ver termo) que efectua e consagra a passagem de um grupo de indivíduos, ou de um só, de uma condição á outra da vida interior, e para a precisão do mundo profano(ver termo)àquela sagrada. Nos grupos primitivos conta muito o conjunto dos ritos que introduzem o jovem ou a jovem na sociedade dos adultos.

  • COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    TOMMASO PALAMIDESSI

    COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    Exegese Arqueosófica A Mateus, Marcos,Lucas e João

    Caderno 36

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