TRADIÇÃO ARCAICA

  • TRADIÇÃO ARCAICA E FUNDAMENTOS DA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

    TOMMASO PALAMIDESSI

    TRADIÇÃO ARCAICA E FUNDAMENTOS DA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

    Primeiro Caderno

  • Arqueosófica

    T. Palamidessi TRADIÇÃO ARCAICA E FUNDAMENTOS DA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

    "Arqueosófica" como escola com sede em Roma e Centros de estudo em muitos Estados, foi fundada por Tommaso Palamidessia 29 de Setembro de 1968. Ela indica outras técnicas que têm novas finalidades superiores às três experiências citadas. Tratam-se de métodos psicossomáticos e instrumentais para ajudar o desenvolvimento e a transmutação, da mesma essência do Eu com vista a um itinerário de autosuperamento, de autoconsciência e de uma viagem em direção ao mais seguro e feliz dos refúgios: Deus.
  • Tradição Arqueosófica

    T. Palamidessi TRADIÇÃO ARCAICA E FUNDAMENTOS DA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

    Tradição Arqueosóficae unidade das religiões estão plenamente de acordo, porque a ideia fundamental sobre a qual se baseia a nossa ciência experimental do espírito, é duma Tradição universal e primordial da qual nasceram todas as religiões, e da qual as filosofias são uma expressão inferior e parcial, que representa toda a angústia da humanidade para se aproximar da unidade religiosa no decorrer de milhares de anos até hoje. Esta Tradiçãoé constituída por um conjunto de princípios permanentes e transcendentes, cuja origem é só em parte humana, não sendo susceptíveis de evolução, sendo, estes, princípios permanentes e transcendentes. Esta Tradição é algo que foi transmitido por uma condição anterior do género humano à sua condição actual.
  • Jesus Cristo e as Chaves da Tradição Arcaica

    T. Palamidessi TRADIÇÃO ARCAICA E FUNDAMENTOS DA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

    As religiões constituídas seriam simplesmente uma degradação da verdadeira tradição, e, por isto elas são um aspecto popular ou exterior e depreciado (exotérico) uma vulgarização, uma exteriorização de um conhecimento esotérico ou iniciática, reservada por necessidade a um grupo encarregado de transportar e transmitir aos homens de boa vontade, que no decorrer dos tempos teriam esquecido e em parte falsificado.
  • O Caminho e a Tradição

    T. Palamidessi TRADIÇÃO ARCAICA E FUNDAMENTOS DA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

    Quando falamos dos meios para alcançar o conhecimento puro, referimo-nos ao caminho que da religião nos conduz para um conhecimento novo, exacto e completo. O Caminho é o raio que vai da periferia ao centro, do humano ao divino. Alí, sobre a circunferência, podem existir inúmeros raios tantos quantos são os pontos, mas sempre convergentes ao centro.
    Todos estes raios são tantos quantos os caminhos ou métodos esotéricos apropriados aos seres colocados nos diferentes pontos da circunferência, coerentes com a diversidade das suas naturezas individuais. Por isso, está escrito na Bíblia e no Alcorão que os caminhos em direcção a Deus são tantos quantas as almas dos homens.
    Mas o centro, ou seja a Verdade, Deus é um só, como um é o objetivo dos aspirantes à Verdade.
  • O Anel para saldar a Tradição do Oriente e do Ocidente

    T. Palamidessi QUEM É A MULHER E QUAL A IMPORTÂNCIA QUE TEM NA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

    No primeiro Caderno, "Tradição Arcaica e fundamentos da Iniciação Arqueosófica", atribuimos à Arqueosofia o completo conhecimento dos princípios que se referem a Deus, aos problemas do espírito, da alma emotiva e do eros, à evolução do cosmos, ao facto universal do bem e do mal, da dor, à morte, à reencarnação e aos meios extraordinários para nos salvar.
  • O Graal

    T. Palamidessi EXPERIÊNCIA MISTÉRICA DO SANTO GRAAL

    Sobre o Graalmuito foi escrito desde o séc. XII até hoje, a começar pelos romances da "Távola Redonda" e as lendas do ciclo cavaleiresco, até chegar a toda a crítica literária do período seguinte.
     
    Supuseram tratar-se de um objecto de culto religioso feito em ouro ou de outros materiais misteriosos, mais precisamente do Cálice usado por Jesus Cristo na sua última Ceia eucarística: o mesmo cálice que serviu a José de Arimateiapara recolher o sangue e a água do costado lesionado do Redentor.
  • HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    TOMMASO PALAMIDESSI

    HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    Trigésimo Quinto Caderno

  • RELIGIÃO CRISTÃ E TRADIÇÃO METAFÍSICA PRIMORDIAL UNITÁRIA

    T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    Para além de cada religião ou tradição espiritualizante particular, existe uma Tradição metafísica arcaica ou primordial unitária. Isto compreende-se com algumas passagens escriturais e com alguns escritos dos primeiros seguidores de Jesus.
     
    O termo “metafísico” quer significar um saber inerente não ao mundo físico, mas a uma realidade que transcende o mundo humano e terreno. Ao facto incontestável que sempre existiu uma Tradição primordial unitária e metafísica, comunicada um pouco de cada vez a toda a humanidade, mencionam Justino Mártir nas suas “Apologias” e Santo Agostinho Bispo de Hipona nos tratados “A verdadeira religião” e “Retratações”. Este último na verdade afirma que a religião cristã sempre existiu antes de o Messias se encarnar. Como? É fácil intuir isso aceitando o conceito metafisicamente.
  • A REVELAÇÃO OU ENSINAMENTO DIVINO

    T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    O ensinamento de qualquer arte, técnica, filosofia, moral, de homem que sabe para homem que não sabe, é sempre gradual porque começa pelos conceitos elementares para chegar aos mais complexos: o docente deve ser entendido começando pelas noções simples, fáceis, para explicar no tempo a parte mais difícil da própria disciplina. Nenhum estudante será admitido aos estudos do cálculo integral e infinitesimal sem antes ter percebido e assimilado na teoria e na prática a aritmética, a geometria, a álgebra e a trigonometria, ou seja passando da matemática inferior à superior.
  • ASCESE

    T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    ASCESE: é o vocábulo que deriva do grego askéin ascein = trabalho com arte, exercício atlético.

    Considerada como trabalho espiritual á inseparável da religião. Essa é o esforço metódico para transformar os vícios em virtudes, as debilidades em fortalezas. Os Essénios do Mar Morto eram chamados asketés ou ascetas, ou seja gente que queria obter a cada custo a ascese. Os atletas pela ascese, pelo esforço, se medem abertamente e directamente com os demónios, os varrem para dirigir-se até á pátria adâmica, o Paraíso.

  • ASCESE MÁGICA

    T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    ASCESE MÁGICA: Abris bem os olhos e tendei as orelhas! Nós não temos nada que fazer e nada a dividir com a magia geralmente entendida, já maldita de Deus, da Igreja e dos honestos.

    A ascesi mágica é o esforço, a acção para dominar as forças da natureza para que deixem a via liberta, a passagem livre ao herói que quer entrar com violência no Reino dos Céus. O asceta cristão, o Arqueósofo, se encontra como numa floresta insidiada de serpentes, demónios, precipícios, uma jungla intricada com arvores venenosas, que deve atravessar-se com coragem, ceifando diante de si cada obstáculo e traçando um caminho seguro que o conduzirá até os límpidos rios de água viva cristã para dessedentar-se, e colher entre os ramos da Arvore da Vida os frutos da inteligência de Deus, os frutos da imortalidade e da paz sem fim.

  • SANTO GRAAL A TRADIÇÃO ARQUEOSÓFICA

     

    ALESSANDRO BENASSAI

    SANTO GRAAL A TRADIÇÃO ARQUEOSÓFICA

    FLORENÇA, 1987

     

  • A etimologia da palavra Graal

    A. Benassai SANTO GRAAL A TRADIÇÃO ARQUEOSÓFICA

    O Graal ou Taça na língua sânscrita é o Grahada raça indoariana, a raça guerreira (da Aries = Marte) que há milhares de anos estava localizada numa região nórdico-boreal, da qual o Svalbard e a Grunelândia, a terra verde, são antigas ruínas. A etimologia da palavra Graal revela um significado íntimo que pode ser útil para esclarecer o mistério que a envolve. 

  • O Graal e a Terra Verde

    A. Benassai SANTO GRAAL A TRADIÇÃO ARQUEOSÓFICA

    A etimologia da palavra Graal revela um significado íntimo que pode ser útil para esclarecer o mistério que a envolve. A mesma raiz encontra-se nos termos alemãs GRUN e GRUND e nas anglosaxónicas GREENe GROUND, que são traduzidas, respectivamente: VERDE, com o significado de vigor e juventude; e TERRA, base, fundamento.

  • O NOME MENÉS

    A. Benassai O MISTÉRIO DAS PIRÂMIDES

    O nome M-n-i (Menes) corresponde ao Manu da India que deriva da raiz indo-ariana munj “mugir”, “emitir um som potente”. Este nome, como tínhamos visto, mais que indicar uma personagem designa um princípio de ordem espiritual, um centro de Sabedoria Arcaica de origem humano-divina. Este centro espiritual primordial manifesta-se nos vários centros tradicionais que estão na origem da civilização através do rei, soberano pontífice que une o céu à terra.

  • MENES E A PRIMEIRA DINASTIA

    A. Benassai O MISTÉRIO DAS PIRÂMIDES

    O rei conquistou as terras limítrofes, estabeleceu o culto solar e fez outras proezas incríveis antes de ser levado para o céu. Heródoto acrescentou que foi este rei, depois de ter contido e canalizado as águas do Nilo num percurso estável no vale entre os montes, a edificar em Mênfisum grande templo dedicado a Vulcano, o primeiro Homem.

  • COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    TOMMASO PALAMIDESSI

    COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    Exegese Arqueosófica A Mateus, Marcos,Lucas e João

    Caderno 36

  • O MILAGRE E O ENSINAMENTO OCULTO DE JESUS CRISTO COM A PRIMEIRA MULTIPLICAÇÃO DE CINCO PÃES E DOIS PEIXES

    T. Palamidessi COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    Porque este episódio é um dos mais enigmáticos, o temos escolhido para comentá-lo. A distância de pouco tempo deste acontecimento, existe uma segunda multiplicação dos pães e dos peixes, operada sempre por Jesus, cujo significado, porém, não é o mesmo. Nos ocuparemos da primeira, narrada por S. João,6,1-15, S. Lucas,9,10-17, S. Marcos,6,30-33 e S. Mateus,14,13-21.

  • A Lenda Do Santo Graal E O Reino Misterioso

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