Clemente de Alexandria

  • HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    TOMMASO PALAMIDESSI

    HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    Trigésimo Quinto Caderno

  • UTILIDADE DE UMA HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    O homem – dotado de inteligência e espirito de liberdade – tem sede de verdade. Duas aspirações semelhantes elevam a alma humana sobre as miragens da natureza: a necessidade imperiosa de imortalidade e de verdadeou perfeição ética. A vida imortal é um grande mal se ao mesmo tempo não se tornar digna da imortalidadealcançando todas as verdades. A imortalidade sem a perfeição equivaleria a um eterno tormento e, também, a perfeição sem imortalidade seria um irónico insulto e uma absurda injustiça.
  • O Mestre São Panteno no Egito

    T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    Entre os ativistas da escola catequética de Alexandria no Egito, distinguiu-se o diretor espiritual Panteno, nascido provavelmente na Sicília. Era um homem muito famoso e com muita cultura, derivada das filosofias pagãs e do estoicismo, mas que na mensagem cristã tinha encontrado tudo o que procurava.
  • TITO FLÁVIO CLEMENTE DE ALEXANDRIA

    T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    Depois da morte do grande Panteno, o Didaskaleion continuou com mil problemas com Clemente. Nascido provavelmente entre 145 e 150 em Atenas, de pais pagãos, viajou muito à procura da verdade. Parece que morreu entre 215 e 217, em Cesareia de Capadócia, com a idade de 72 anos. Tal acontecimento foi comunicado por meio de uma carta pelo bispo Alexandre a Orígenes.
     
    Clemente encontrou Panteno em 180 em Alexandria, onde permaneceu até 202. Ele era sábio da maneira mais completa, escrevia com estilo florido, animado e agradável. Aprofundou vários sistemas filosóficos, mas ficou satisfeito só com o Cristianismo. Aprendeu muito com Panteno, que chamava “abelha siciliana”, e como ele, ensinou seguindo a linha apostólica tradicional dos profetas segundo o Antigo Testamento e as instruções de Cristo. Mas teve de deixar o ensinamento nas mãos de Orígenes por causa da perseguição anticristã de Septímio Severo, transferindo-se para Capadócia com o Bispo Alexandre.
  • UNIDADE DE DEUS NA TRINIDADE DO PAI, FILHO E ESPIRITO SANTO – DEUS ÚNICO PODE DIZER-SE TRINO

    T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    A unidade absoluta de Deus é proclamada por Moisés no Deuteronómio (6:4) segundo a Revelação primordial e a Tradição; estas são as palavras: “Ouve, Israel: o Senhor é o nosso Deus e é o único Senhor”. Mais tarde Jesus dirá as mesmas palavras que Marcus, 12:29, transcreve pela viva voz do Redentor, e o evangelista Mateus, 28:18, conta na base da revelação, depois da aparição de Cristo glorioso na sua ressurreição:

  • O SUBORDINACIONISMO É TRINITARIO

    T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    Sem a absoluta tudo o que a fenomenologia apresenta aos nossos olhos e aos nossos ouvidos é vulnerável a críticas e sentenças contraditórias. Portanto não por acaso e repetidamente Cristo insiste na necessidade de ter . De facto essa é a aprovação do intelecto a uma verdade revelada por Deus e “acreditada não pela sua intrínseca evidência, mas pela autoridade do próprio Deus”. O Livro Sagrado é uma necessidade constante de fé, ou seja daquela certeza interior, impossível de demonstrar segundo a lógica.

  • GNOSE CRISTÃ E GNOSE NÃO CRISTÃ

    T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    A gnose do cristão não é a gnose do não cristão. Onde falta um trabalho permanente de auto purificação integral conforme os conselhos, advertências e exemplos de nosso Senhor Jesus Cristo e da graça trinitária, não há gnose. “O homem torna-se Deus, de qualquer maneira, de homem que era” (Stromata, VII, 16).
  • Evágrio do Ponto

    T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    Entre os teóricos e práticos da espiritualidade da Igreja antiga, Evágrio do Ponto é uma figura importante. Recolheu a tradição oral e escrita dos séculos antecedentes, e em particular a da escola de Alexandria e Cesareia. Foi capaz de desenvolver cada informação e trouxe, com os seus escritos e com o exemplo de uma santa vida, uma contribuição notável exercitando o seu influxo na posteridade.
  • AS ESCOLAS CRISTÃS DE CATEQUESES EM ALEXANDRIA E CESAREIA MARÍTIMA

    T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    A grande cidade egípcia já no III século antes de Cristo era um importante centro de estudos filosóficos, astronómicos, religiosos e linguísticos. Alexandria foi fundada por Alexandre o Grande em 328 a.C., no distrito de Rhakotis, numa zona de terra fértil e fresca situada entre o Mediterrâneo e o lago de Mareotis, a Norte-Oeste do Delta do Nilo. Mesmo em frente há a ilha de Pharos. Seria demasiado longo fazer a história cultural de Alexandria, portanto limitar-nos-emos a algumas pequenas noções. Personagens políticas de várias épocas enriqueceram a cidade de bibliotecas, laboratórios, museus, pondo a trabalhar cientistas famosos. Contribuíram para o esplendor intelectual, além de Alexandre o Grande, também Ptolomeu I Sóter(323-286 a.C.),Ptolomeu II Filadelfo (285-247 a.C.) e também Marco António, que para agradar Cleópatra enriqueceu a pequena biblioteca do Serapeu com 200.000 pergaminhos, subtraídos à biblioteca de Pérgamo.

  • O ensinamento Clementino-Origenista das Escolas de Alexandria e Cesareia na Palestina

    T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    Os nossos estudos e meios de pesquisa permitem-nos fazer o balanço do que podia ser a essência do Cristianismo dos primeiros séculos. Tentaremos portanto fazer uma breve panorâmica, lembrando aos estudiosos que os Cadernos de Arqueosofia mostram em detalhe o ensinamento de Jesus, transmitido e interpretado pelos seus Apóstolos, por São Paulo e culminado em Tito Flávio Clemente de Alexandria e em Orígenes.

  • O ALFABETO HIEROGLÍFICO

    A. Benassai O MISTÉRIO DAS PIRÂMIDES

     A lógica e a complexidade do alfabeto hieroglífico, já presente na I Dinastia, revelam claramente uma inteligência, método, inventiva e uma estética que não se encontram iguais nos alfabetos antigos e muito menos nos modernos.
     
    Milhares de elementos gráficosforam reproduzidos na pedra com uma tal precisão que nos deixa estupefatos. O estudo de numerosos textos chegados até nós foi suficiente para concluir que o alfabeto egípcio se manteve íntegro por milhares de anos; isto significa que, ao contrário de outras línguas, o egípcio hieroglífico era perfeito desde o início e assim se manteve nos milénios. A questão então é como populações acabadas de sair da última idade da pedra, que nem conheciam a roda, tenham conseguido criar e possuir uma linguagem tão refinada.
  • O REPETIDOR DE NASCIMENTOS

    A. Benassai O MISTÉRIO DAS PIRÂMIDES

    Segundo a cronologia reportada pelo Africano, Mâneton (323-245 a.C.) ordena as XXX Dinastias em três grandes períodos, como reflexo das três Dinastias Divinas. Cada um destes três grandes períodos é instaurado por um rei, que leva o título de “Repetidor de nascimentos”, o fundador de uma “Nova Era”, com o objetivo de restabelecer o antigo e glorioso “Imperio dos Deuses”.
  • OS QUATRO MODOS DE ESCRITA EGÍPCIA

    A. Benassai O MISTÉRIO DAS PIRÂMIDES

    A Língua é subdividida segundo os tipos de grafia e do período histórico em que foi utilizada. O hieroglífico foi sempre a escrita principal, da qual derivam todas as outras.

    Escrita hieroglífica: é a forma de escrita egípcia mais antiga, em uso no período do Antigo e Médio Reino. Era reservada às inscrições oficiais e solenes para os textos dos monumentos e para as epígrafes reais e religiosas que São Clemente de Alexandria (II século d.C.) chamou “hieroglífica” de hiero-glyphos, «escrita sagrada gravada». No período Ptolemaico foi chamada Escrita da Casa da Vida (a Casa da Vida era a escola dos escrivães no antigo Egipto) o escrita das palavras do deus Tot, em egípcio Newty.

  • OS NOMES TEÓFOROS DOS SOBERANOS

    A. Benassai O MISTÉRIO DAS PIRÂMIDES

    Na altura da coroação o rei, como símbolo da sua natureza renovada assumia um nome teóforo (“portador de Deus”). Era preanunciado por uma fórmula especial que simbolizava a união das duas terras, com um só Rei, por meio dos hieroglíficos do junco cirpos, símbolo do alto Egipto e da Abelha, símbolo do baixo Egipto. O novo nome, o nome sagrado, era formado juntando um nome divino masculino ou feminino a uma raiz verbal ou a um adjetivo qualificativo ou talvez a símbolos de força e de potência da divindade, como o Sol, o Touro e o Leão

  • O NOME MENÉS

    A. Benassai O MISTÉRIO DAS PIRÂMIDES

    O nome M-n-i (Menes) corresponde ao Manu da India que deriva da raiz indo-ariana munj “mugir”, “emitir um som potente”. Este nome, como tínhamos visto, mais que indicar uma personagem designa um princípio de ordem espiritual, um centro de Sabedoria Arcaica de origem humano-divina. Este centro espiritual primordial manifesta-se nos vários centros tradicionais que estão na origem da civilização através do rei, soberano pontífice que une o céu à terra.

  • O ALFABETO HIEROGLÍFICO (2)

    A. Benassai O MISTÉRIO DAS PIRÂMIDES

     A lógica e a complexidade do alfabeto hieroglífico, já presente na I Dinastia, revelam claramente uma inteligência, método, inventiva e uma estética que não se encontram iguais nos alfabetos antigos e muito menos nos modernos.
     
    Milhares de elementos gráficosforam reproduzidos na pedra com uma tal precisão que nos deixa estupefatos. O estudo de numerosos textos chegados até nós foi suficiente para concluir que o alfabeto egípcio se manteve íntegro por milhares de anos; isto significa que, ao contrário de outras línguas, o egípcio hieroglífico era perfeito desde o início e assim se manteve nos milénios. A questão então é como populações acabadas de sair da última idade da pedra, que nem conheciam a roda, tenham conseguido criar e possuir uma linguagem tão refinada.
  • COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    TOMMASO PALAMIDESSI

    COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    Exegese Arqueosófica A Mateus, Marcos,Lucas e João

    Caderno 36

  • O GRANDE ARCANO DOS QUATRO EVANGELHOS SEGUNDO MATEUS,MARCUS,LUCAS E JOÃO.

    T. Palamidessi COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    Evangelho, ou Vangelo, em grego quer dizer “boa notícia” porque anuncia a todos a possibilidade de salvar-se espiritualmente com a ajuda de Cristo, o Filho de Deus incarnado no Homem Jesus: aquele Messias anunciado pelos profetas do Antigo Testamento, tais como Moisés, Daniel, Isaias, Elias e João o Baptista, que tinham preparado a estrada ao Advento. 

  • O GRANDE ARCANO DOS QUATRO EVANGELHOS

    T. Palamidessi COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    Da leitura e estudo dos passos reportados neste fascículo, entenderão que o grande arcano dos Evangelhosconsiste nas artes subtis dos quatro Iniciados no expor á vida terrena e sobrenatural de Jesus, do nascimento á crucificação, com tantos e tantos episódios ( curas milagrosas, viagens missionárias, transmutação da água em vinho, multiplicação dos pães e dos peixes, ressurreição da tumba, etc.) que são simultaneamente factos históricos, ensinamentos morais, chaves de teologia ascética e mística, soluções de Alta Iniciação

  • A MÚSICA E O CANTO CARISMÁTICO DA ECLÉSIA NASCENTE

    Tommaso Palamidessi, TRATADO DE MÚSICA E MELURGIA ARQUEOSÓFICA

    O fervor religioso dos primeiros aderentes à mensagem evangélica teve no canto e na música instrumental a sua grande via de expressão estética e mística. Por isso a Eclésia nascente serve-se, e continua a servirem-se, da arte dos sons não para si própria, mas para inseri-la nos sagrados ritos e para infundir aos sagrados textos uma intensa expressão edificante.

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