divina presença

  • DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    TOMMASO PALAMIDESSI

    DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    Quadragésimo Caderno

  • O Graal e a Divina presença

    T. Palamidessi EXPERIÊNCIA MISTÉRICA DO SANTO GRAAL

    O homem nunca esteve sozinho, porque acima dele vigiou sempre o Grande Arquitecto do Universo, Deus com a sua divina presença. Com nomes diferentes esta assistência existiu sempre e o simbolismo do Graal desempenha nas diferentes escolas de espiritualidade heróica, mística e iniciática.
  • O SANTO GRAAL E A MULHER

    T. Palamidessi EXPERIÊNCIA MISTÉRICA DO SANTO GRAAL

    Contrariamente à absurda opinião corrente que nega à Mulher o direito à Iniciação e ao Adeptado, como temos afirmado e demonstrado segundo as Escrituras e a Tradição Arqueosófica, a relevância feminina na ascese masculina e a relevância masculina na ascese feminina, em virtude da lei das polaridades entre os dois e a doutrina do Andrógino. Deste modo, será supérfluo repetir o que já dissemos. Para quem quer procurar as referências bíblicas não faltam.
  • Ana Catarina Emmerich e a história do Santo Graal

    T. Palamidessi EXPERIÊNCIA MISTÉRICA DO SANTO GRAAL

    São significativas as visões do Graal tidas por uma outra estigmatizada, Ana Catarina Emmerich, nascida a 8 de Setembro de 1774 na aldeia de Flamske. No volume em que o Brentano conta as visões desta mística cristã existem, em particular no cap. IV, preciosas indicações daquilo que a Emmerich viu durante o êxtase.
     
    O cálice está descrito de particular forma misteriosa, feito de uma matéria desconhecida, única, compacto como o de um sino mas não trabalhado como os metais usuais. Diz que foi salvo pela Arca de Noé durante o Dilúvio, e depois na Babilónia.
     
    Melquisedeque possuiu-o e levou-o até aos Cananeus. Usou a taça quando ofereceu ao Patriarca Abraão o pão e o vinho, e a ele a entregou.
     
    O grande cálice passou para o Egiptoe foi de Moisés. Mais tarde, pertenceu aos Patriarcas que nele bebiam um líquido misterioso durante o rito de dar e receber a bênção.
     
    Numa certa altura, narra sempre a Emmerich, a taça desapareceu e foi redescoberta por Serápia, chamada também Verónica, por ter sido usada por Jesus na Última Ceia. Depois da crucifixão, este cálice foi guardado em Jerusalém na primeira igreja de S. Tiago o menor, e de novo desapareceu. Às outras igrejas foram entregues as pequenas taças que o circundavam.
     
    O livro das visões da Emmerichafirma que uma destas pequenas taças (sete no total) foi levada para Antioquia, e uma outra para Éfeso. Por fim, cada uma das sete igrejas obteve a sua pequena taça. Estas visões induzem a pensar que a mística alemã possuía uma sabedoria acerca do Graal. A Emmerich lembrava-se de ter vivido e de ter sido Santa Cunegonda, Imperatriz da Alemanha (nascida em 978 e morta no dia 3 de Março de 1033 ou 1039 em Kaufungen perto de Kassel na região do Hesse).
     
    Mesmo sendo casada permaneceu virgem. Estas últimas notícias sobre a sua reencarnação encontram-se no Schmöger - Vida de A C. Emmerich, vol. II, pág. 258 e 586. 
  • VISIÃO DO SANTO GRAAL

    T. Palamidessi EXPERIÊNCIA MISTÉRICA DO SANTO GRAAL

    Por tudo isto, é simples deduzir que o Graalé também uma Tradição esotérica transmitida, passada em diferentes épocas, por personagens e grupos iniciáticos constituídos não só por homens, como também por mulheres.
  • PARA QUE SERVE O GRAAL?

    T. Palamidessi EXPERIÊNCIA MISTÉRICA DO SANTO GRAAL

    Agora que acabámos de ver o que é o Graal, temos que estabelecer para que serve e, para começar façamos algumas considerações. Uma tendência quase constante para quem quer conhecer e conquistar o Reino de Deus, consiste em não se pôr uma determinada pergunta.
  • AVATÂRA

    T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    AVATÂRA: á letra quer dizer “ descida”, deriva da raiz da língua sancrita da Índia avatr. Corresponde ao conceito hindu e esotérico cristão de “incarnação” de Deus em forma diversa, alguns dos quais já apareceram ou se apresentam periodicamente para fins bem precisos da salvação humana. Então o Avatâra ou os Avatârsão os Messias, os Salvadores em consequência da ignorância e do pecado. Mas mais que incarnações de deus trata-se de corpos humanos escolhidos, nos quais insedia-se uma possante concentração de compaixão e misericórdia “presença espiritual especial divina”.

  • GRAUS INICIÁTICOS

    T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    GRAUS INICIÁTICOS: são das promoções aos graus superiores da perfeição, degraus de uma escala para subir ao Paraíso. Cada avanço comporta das provas que conduzem enfrente até á theosis (ver Theosis). A iniciação horizontal (ver voz) é de três graduações (ver Iniciação humana de 1º, 2º e 3º grau).

  • ICONOGNÓSIA ARQUEOSÓFICA

    T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    ICONOGNÓSIA ARQUEOSÓFICA: voz grega inaugurada da “Arqueosófica” para indicar o conhecimento da imagem com objectivos de elevação espiritual. O ícone encerra símbolos e cenas religiosas pintadas a cores escolhidas segundo as leis das cores e dos seus efeitos sobre a consciência. É isso que na Índia chama-se “Mandala”, ou seja diagrama de meditação, e na Ortodoxia da Igreja do Oriente “iniciação ao ícone”.

  • INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

    T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA: é a mais eficaz entre as iniciações que uma pessoa humana física possa dar a uma outra pessoa de ambos os sexos. Essa é uma iniciação horizontal(ver termo), ou seja humana. As suas características são tais pelo qual os seus princípios são válidos para todas as confissões religiosas em conformidade ao princípio da unidade transcendente das Religiões.

  • INICIAÇÃO CRISTÃ

    T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    INICIAÇÃO CRISTÃ: os três sacramentos maiores- baptismo, crisma e eucaristia- são ligados em conjunto num só acto que se chama a “Iniciação Cristã”. Essa garante a aproximação á Arvore da Vida, proibida á humanidade decaída e novamente permitido com o sacrifício do Redentor. O neófita(ver termo) ou quem tem recebido a Iniciação, é considerado uma planta apenas nascida que deve tornar-se uma arvore; ele recebe o selo de pertença ao povo de Deus juntado em Cristo que vive no novo eone-eucaristia (ver eone-eucaristia). Aqueles que não foram ainda iniciados a Cristo, pediam a S.Pedro que coisa deviam fazer.

  • PRESENÇA ESPIRITUAL PARTICULAR

    T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    PRESENÇA ESPIRITUAL PARTICULAR: esta verifica-se quando existem as condições de receptividade. É uma assistência especial de Deus, trâmite as suas divinas energias incriadas. Essa actua-se sobre um homem só ou um grupo de indivíduos que perseguem a mesma finalidade arqueosófica: a theosisou deificação. A presença espiritual particular é uma benção especial para os santos, os Iniciados.

  • THEOSIS

    T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    THEOSIS: indica a deificação, mas não fazer-se deus próprio. Não caia no erro de certos ocultismos e de certas filosofias consciente que fazem do homem Deus. Theosis é a participação consciente no Espírito Santo á humanidade glorificada de Jesus Cristo que vem a nós nos mistérios da Igreja invisível, e em especial modo na eucaristia.

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