Graal

  • OS OBJECTIVOS DA ORDEM INICIÁTICA LÓTUS+CRUZ

    TOMMASO PALAMIDESSI

    OS OBJECTIVOS DA ORDEM INICIÁTICA LÓTUS+CRUZ

    Terceiro Caderno

  • A ASCESE MÍSTICA E A MEDITAÇÃO SOBRE O CORAÇÃO

    TOMMASO PALAMIDESSI

    A ASCESE MÍSTICA E A MEDITAÇÃO SOBRE O CORAÇÃO

    Tratado de Cardiognose Arqueosófica

    Caderno Onze

  • O Graal: o Cálice de Cristo

    T. Palamidessi A ASCESE MÍSTICA E A MEDITAÇAO SOBRE O CORAÇÃO

    À parte do simbolismo do cálice sagrado, o Graalfoi guardado durante muitos séculos em Cesareia na Palestina, Cesareia frente ao mar a meio caminho entre a actual Kaifa e Tel Aviv, onde existia uma rica biblioteca e grandes personagens como Alexandre Bispo de Jerusalém, Orígenes que várias vezes teve nas suas mãos o Graal: o cálice de Cristo roubado séculos depois, quando Balduíno I, em 1101, sitiaram a cidade e passou a fio de espada os Turcos, reivindicou no saque o famoso cálice.
  • O Graal

    T. Palamidessi EXPERIÊNCIA MISTÉRICA DO SANTO GRAAL

    Sobre o Graalmuito foi escrito desde o séc. XII até hoje, a começar pelos romances da "Távola Redonda" e as lendas do ciclo cavaleiresco, até chegar a toda a crítica literária do período seguinte.
     
    Supuseram tratar-se de um objecto de culto religioso feito em ouro ou de outros materiais misteriosos, mais precisamente do Cálice usado por Jesus Cristo na sua última Ceia eucarística: o mesmo cálice que serviu a José de Arimateiapara recolher o sangue e a água do costado lesionado do Redentor.
  • EXPERIÊNCIA MISTÉRICA DO SANTO GRAAL

    TOMMASO PALAMIDESSI

    EXPERIÊNCIA MISTÉRICA DO SANTO GRAAL

    Influência do Avatar sobre o Corpo Iniciático de uma Ordem

    Caderno dezoito

  • O Mito do Cálice

    T. Palamidessi EXPERIÊNCIA MISTÉRICA DO SANTO GRAAL

    Mencionamos com velada alusão o Graal, o sagrado Cálice, a Taçaou Cálice utilizado por Jesus Cristo na Última Ceia, quando instituiu a Eucaristia, e que foi utilizado por José de Arimateia, discípulo do Avatâr (Messias), para recolher o sangue e a água que escorria da lesão do Seu costado, provocada por uma lança do centurião Longino: Cálice que José, depois de ter sido prisioneiro em Jerusalém, transportou na companhia de Nicodemo para a Grã-Bretanha, quando com outros companheiros foi para aquela terra para evangelizar.
     
    Agora explicaremos, tanto quanto possível, ou seja, até ao limite consentido pela “Disciplina do Arcano”, o que é este Cálice cheio de uma bebida imortal ligada ao Mistério do Gólgota, mas para nos entender temos que remontar a uma determinada literatura antiga que transmite aos posteriores um conhecimento especial sob o véu de poemas heroicos, de lendas estranhas que lembram os modos alegóricos de Homero, Ovídio, Dante, Cecco d’Ascoli e de muitos outros.
     
    O mito do Cáliceé lembrado por inúmeras fontes, entre as quais sobressaem as provençais e germânicas, com uma breve literatura cavaleiresca que apareceu no séc. XII, na época das Cruzadas na Terra Santa com uma intenção clara e inequívoca: assinalar uma tradição secreta, indicar aos homens o caminho da iluminação e da imortalidade, a recuperação da Sapiência perdida. Dissemos “o mito da Taça”. Exacto! As verdades doutrinais, as técnicas de auto-superação, transmitem-se sob a forma do mito, ou seja, o conto, as lendas que se podem perceber quando se tem a chave do simbolismo. Sem o mito não teriam chegado até nós os ensinamentos secretos das civilizações longínquas. Os mitosforam entregues pelos grandes sacerdotes do passado, quando existia a necessidade de velar a Revelação Divina.
  • História do Graal

    T. Palamidessi EXPERIÊNCIA MISTÉRICA DO SANTO GRAAL

    Em todos os textos inerentes à história do Graal, realça-se, para aqueles que lêem, o sobrenatural deste objecto. Com diversos símbolos é representado como cálice, taça, pátera, coisa imaterial, taça que oferece uma bebida de vida aos cavaleiros desejosos de dignidade real.
  • AS INSIDIAS DA CONTRA-INICIAÇÃO

    T. Palamidessi EXPERIÊNCIA MISTÉRICA DO SANTO GRAAL

    Na conquista do Graal há insidias que na linguagem esotérica estão definidas com o termo de contra-iniciação. Vamos ver o que é. O processo e o fim essencial de cada Iniciação culmina num resultado bem preciso: a saída do próprio Eu do Cosmo.
  • O SANTO GRAAL E A MULHER

    T. Palamidessi EXPERIÊNCIA MISTÉRICA DO SANTO GRAAL

    Contrariamente à absurda opinião corrente que nega à Mulher o direito à Iniciação e ao Adeptado, como temos afirmado e demonstrado segundo as Escrituras e a Tradição Arqueosófica, a relevância feminina na ascese masculina e a relevância masculina na ascese feminina, em virtude da lei das polaridades entre os dois e a doutrina do Andrógino. Deste modo, será supérfluo repetir o que já dissemos. Para quem quer procurar as referências bíblicas não faltam.
  • O RITO ARQUÉTIPO DO CÁLICE

    T. Palamidessi EXPERIÊNCIA MISTÉRICA DO SANTO GRAAL

    O rito do Santo Graal(= Taça, segundo a língua sânscrita) é o Super Sacramento que se celebra no plano espiritual com palavras de consagração duma Potência Divina. Ele tem uma hierarquia iniciática “segundo a Ordem de Melquisedeque” que pode celebrar o rito num modo invisível à vista ordinária terrena, operante sobre o eros, sobre a alma e o espírito do homem, sustentada por uma cavalaria laica constituída por Iniciados: os Cavaleiros do Santo Graal.

  • Trindade Divina e o Mistério do Santo Graal

    T. Palamidessi EXPERIÊNCIA MISTÉRICA DO SANTO GRAAL

    O Mistério da continuidade sobre os planos superiores do Santo Graal, pode-se afirmar que sempre existiu desde o tempo em que a terra e a humanidade dele precisaram. Ele serve para estabelecer a harmonia, a soldadura, a adesão da trindade ao homem com a Trindade Divina. Cada indivíduo compõe-se de espírito, alma emotiva e eros, e o todo está junto no Ego.
  • Ana Catarina Emmerich e a história do Santo Graal

    T. Palamidessi EXPERIÊNCIA MISTÉRICA DO SANTO GRAAL

    São significativas as visões do Graal tidas por uma outra estigmatizada, Ana Catarina Emmerich, nascida a 8 de Setembro de 1774 na aldeia de Flamske. No volume em que o Brentano conta as visões desta mística cristã existem, em particular no cap. IV, preciosas indicações daquilo que a Emmerich viu durante o êxtase.
     
    O cálice está descrito de particular forma misteriosa, feito de uma matéria desconhecida, única, compacto como o de um sino mas não trabalhado como os metais usuais. Diz que foi salvo pela Arca de Noé durante o Dilúvio, e depois na Babilónia.
     
    Melquisedeque possuiu-o e levou-o até aos Cananeus. Usou a taça quando ofereceu ao Patriarca Abraão o pão e o vinho, e a ele a entregou.
     
    O grande cálice passou para o Egiptoe foi de Moisés. Mais tarde, pertenceu aos Patriarcas que nele bebiam um líquido misterioso durante o rito de dar e receber a bênção.
     
    Numa certa altura, narra sempre a Emmerich, a taça desapareceu e foi redescoberta por Serápia, chamada também Verónica, por ter sido usada por Jesus na Última Ceia. Depois da crucifixão, este cálice foi guardado em Jerusalém na primeira igreja de S. Tiago o menor, e de novo desapareceu. Às outras igrejas foram entregues as pequenas taças que o circundavam.
     
    O livro das visões da Emmerichafirma que uma destas pequenas taças (sete no total) foi levada para Antioquia, e uma outra para Éfeso. Por fim, cada uma das sete igrejas obteve a sua pequena taça. Estas visões induzem a pensar que a mística alemã possuía uma sabedoria acerca do Graal. A Emmerich lembrava-se de ter vivido e de ter sido Santa Cunegonda, Imperatriz da Alemanha (nascida em 978 e morta no dia 3 de Março de 1033 ou 1039 em Kaufungen perto de Kassel na região do Hesse).
     
    Mesmo sendo casada permaneceu virgem. Estas últimas notícias sobre a sua reencarnação encontram-se no Schmöger - Vida de A C. Emmerich, vol. II, pág. 258 e 586. 
  • VISIÃO DO SANTO GRAAL

    T. Palamidessi EXPERIÊNCIA MISTÉRICA DO SANTO GRAAL

    Por tudo isto, é simples deduzir que o Graalé também uma Tradição esotérica transmitida, passada em diferentes épocas, por personagens e grupos iniciáticos constituídos não só por homens, como também por mulheres.
  • PARA QUE SERVE O GRAAL?

    T. Palamidessi EXPERIÊNCIA MISTÉRICA DO SANTO GRAAL

    Agora que acabámos de ver o que é o Graal, temos que estabelecer para que serve e, para começar façamos algumas considerações. Uma tendência quase constante para quem quer conhecer e conquistar o Reino de Deus, consiste em não se pôr uma determinada pergunta.
  • ASCESE MÁGICA

    T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    ASCESE MÁGICA: Abris bem os olhos e tendei as orelhas! Nós não temos nada que fazer e nada a dividir com a magia geralmente entendida, já maldita de Deus, da Igreja e dos honestos.

    A ascesi mágica é o esforço, a acção para dominar as forças da natureza para que deixem a via liberta, a passagem livre ao herói que quer entrar com violência no Reino dos Céus. O asceta cristão, o Arqueósofo, se encontra como numa floresta insidiada de serpentes, demónios, precipícios, uma jungla intricada com arvores venenosas, que deve atravessar-se com coragem, ceifando diante de si cada obstáculo e traçando um caminho seguro que o conduzirá até os límpidos rios de água viva cristã para dessedentar-se, e colher entre os ramos da Arvore da Vida os frutos da inteligência de Deus, os frutos da imortalidade e da paz sem fim.

  • o Rei do mundo e a Terra Polar

    A. Benassai A LENDA DO SANTO GRAAL E O REINO MISTERIOSO

    Tradições de diferentes povos transmitem desde tempos imemoriais a história da existência de um poderoso monarca e um reino misterioso que está acima de qualquer reino visível, um lugar secreto, uma região sagrada, uma terra de luz representada como uma ilha branca situada no meio do mar amargo da vida. A ideia da realeza divina e do enviado dos céus constitui o motivo central da lenda.

    Aquele que reina mediante a virtude do Céu” é semelhante à estrela polar: permanece imóvel enquanto todas as outras coisas giram em torno dele. É o “que vira a roda”, o legislador além da lei, o sumo-sacerdote do templo invisível que conduz os destinos do templo visível.

  • o Preste João

    A. Benassai A LENDA DO SANTO GRAAL E O REINO MISTERIOSO

    Desde tempos primordiais a tradição chegou até a Idade Média onde se revestiu das formas simbólicas do tempo. Então falou-se sobre o reino do Preste João e a lenda do Rei Arthur. 

    Preste João” não é o nome de qualquer personagem misterioso, mas um título; conta-se, de facto, na saga de uma dinastia de “Preste João”, ou seja de uma antiga linhagem de reis que, como aquela do rei guerreiro David, teria unido em si a dignidade real e o poder sacerdotal.

  • o Rei Arthur e o Mago Merlin

    A. Benassai A LENDA DO SANTO GRAAL E O REINO MISTERIOSO

    Em Avallon aposentou-se rei Arthur, onde segundo a lenda ele vive para sempre e de onde se manifestará de novo.

    O nome Arthur (de artòs= urso) representa uma qualidade particular tradicionalmente possuída pelo rei: a força forte das forças, simbolizada pelo “ombro da ursa” que do extremo Norte parece girar à roda do mundo.

    Arthuré, de facto, o chefe da mesa redonda em torno da qual se sentam cavaleiros e damas; ele é o rei do centro supremo do qual, como raios do sol, partem os brancos cisnes da cavalaria eleita.

  • Asgaard ou Asaland, ou seja a “terra dos Asi”

    A. Benassai A LENDA DO SANTO GRAAL E O REINO MISTERIOSO

    Os Asisão os deuses soberanos do céu. Eles viveram na Ásia e de lá partiram na esteira de Odin para as terras do Norte.

    A sua pátria de origem era a Asaland, ou seja a “terra dos Asi”, um misterioso lugar nórdico boreal curiosamente identificado com a cidade de Troia.

    Na Asaland se encontra a celestial fortaleza de Asgador, inassível aos gigantes e aos titãs, situada na planície de Ioavöllr, no centro do mundo. Lá se encontra também o Valhaalla, o lugar de descanso dos heróis mortos em batalha. Nesta morada celestial acedem os heróis passando sobre a ponte do arco-íris, símbolo da aliança divina.

  • BHAGAVAD GÎTÂ E A DOUTRINA DO AVATÂR

    A. Benassai A LENDA DO SANTO GRAAL E O REINO MISTERIOSO

    O Bhagavad Gîtâ, ou seja “o canto do Beato”, é um episódio do maior poema indiano, o Mahâbhârata. Encontra-se inserido na descrição da grande batalha entre Kuruidas e Pânduidas e precisamente no Livro VI, leitura 25-42, Livro de Bhîshma.

    Trata-se de um diálogo entre o Senhor Krishna, o Avatâra, “Aquele que desçe (do céu)”, o Deus encarnado na humanidade, e o herói pânduida Arjuna. Aqui está resumidamente qual foi a causa da guerra fraticida que se combateu em Kurushetra que constitui o objecto do maior épico indiano.

  • RITUAL PARA A CONSAGRAÇÃO DO REI DA FRANÇA

    A. Benassai A LENDA DO SANTO GRAAL E O REINO MISTERIOSO

    Primeiro é preparado na catedral o trono do rei sacerdote colocado no centro do coro elevado em algumas etapas. O sábato que precede o domingo da coroação, um esquadrão de guardas do corpo especial do rei é enviado para a catedral para substituir os guardas comuns. Os guardas vão monitorar ininterruptamente noite e dia todas as portas da catedral, garantindo assim a proteção do Templo, o "espaço sagrado" fechado aos profanos e todos aqueles que não podem participar ou assistir ao mistério sagrado. O homem chamado a tornar-se rei deve depor a sua natureza humana para assumir aquela divina, em outras palavras, deve "nascer de novo".

  • A Santa Ampola de São Remi

    A. Benassai A LENDA DO SANTO GRAAL E O REINO MISTERIOSO

    A Santa Ampola é sem dúvida o objeto ritual mais importante e lendário. Isto é, de acordo com a tradição, continha um bálsamo perfumado com uma essência desconhecida, trazida milagrosamente do céu por uma pomba nas mãos de São Remi.

  • OS REIS MAGOS

    A. Benassai A LENDA DO SANTO GRAAL E O REINO MISTERIOSO

    Os Reis Magos, ou seja, reis sacerdotes, são três misteriosas personagens (“os seus corpos tinham assas”) que homenagearam o novo Rei Messias trazendo o dom das chaves do conhecimento arcaico (A história dos Três Reis, capitulo 47). Eles representavam uma ligação entre o fim e o início de um ciclo de manifestação.

  • MELQUISEDEQUE

    A. Benassai A LENDA DO SANTO GRAAL E O REINO MISTERIOSO

    Um misterioso personagem da Bíblia, Melquisedeque, rei de Shalem, a “cidade da paz”, a “cidade de Cristo” (cfr. Efésios 2:14), a Cidade Santa, a Celeste Jerusalém, morada de Deus Altíssimo, é o arquétipo perfeito da realeza sacerdotal.

    Ele é o Rei da Justiça, o invencível Rei Guerreiro que derrota o “rei do Caos” entregando-os a Abraão(Genesis 14:20) para restabelecer a Ordem, e o Gran Sacerdote Sacrificadorque abençoa e celebra o rito arquetípico oferecendo o cálice do pão e do vinho ao Abraão e a Sara

  • O LABIRINTO DOS SONHOS E A VIGIA PERENE

    TOMMASO PALAMIDESSI

    O LABIRINTO DOS SONHOS E A VIGIA PERENE

    Trigésimo oitavo Caderno

  • A TRANSMUTAÇÃO DO CORAÇÃO NOS SANTOS DA IGREJA

    TOMMASO PALAMIDESSI

    A TRANSMUTAÇÃO DO CORAÇÃO NOS SANTOS DA IGREJA

    Caderno 49º

  • QUANDO E PORQUÊ SE MANIFESTAM OS SANTOS

    Tommaso Palamidessi A TRANSMUTAÇÃO DO CORAÇÃO NOS SANTOS DA IGREJA

    É Sabido que os santos da Igrejase manifestam ao horizonte da vida social e espiritual do mundo todas as vezes que as estruturas morais e religiosas  rangem e ameaçam andar em ruína. Pois bem, foi num destes momentos históricos difíceis que se fizeram em frente com a palavra e o exemplo a Santa de Pratoi Caterina de Ricci e a outra não menos famosa, Caterina de Siena, e antes delas nos séculos 13º, 14º, e 15º, S. Domenico de Gusmanno Velho Castelo, fundador do Ordem que leva o seu nome, cujo nascimento recorre o oitavo centenário; S. Vicenzo Ferreri, predicador, taumaturgo e unificador da Igreja; o Martir Girolamo Savonarola inspirador do “estado popular”, renovador do “Sacerdócio dos Fieis”, exortador ao “rigorismo ascético”.

  • A Lenda Do Santo Graal E O Reino Misterioso

  • O Mistério do Templários

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