Árvore da Vida

  • DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    TOMMASO PALAMIDESSI

    DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    Quadragésimo Caderno

  • Moisés e a Árvore da Vida e a Árvore da Ciência do Bem e do Mal

    T. Palamidessi QUEM É A MULHER E QUAL A IMPORTÂNCIA QUE TEM NA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

    É claro que Moisés, saindo dos Colégios dos Faraós, usou para o povo de Israel a secreta arte do mito aprendida com os Mestres egípcios. Aquilo que foi lícito dizer ou escrever, foi por ele exprimido com uma linguagem inspirada, acessível às massas com tendência religiosa, mas entregou às próprias massas o ensino secreto na típica expressão do mito. Com este critério ele escreveu a Génesis (ou o Génesis) utilizando muitos símbolos, entre os quais são agora populares, e ainda não compreendidos, a Árvore da Vidae a Árvore da Ciência do Bem e do Mal, a serpente (as forças Arimánicas) e o fruto proibido, o querubim armado de uma espada inflamada (o Guardao do Limiar) pronto às ordens de Deus para defender a Árvore da Vida. Os demais símbolos são Adão e Eva, o jardim do Éden, os rios, os animais, etc.
  • Adão, Eva e o mito da criação

    T. Palamidessi QUEM É A MULHER E QUAL A IMPORTÂNCIA QUE TEM NA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

    A Génesis de Moisés leva-nos além do tempo e do espaço num mundo ultrafísico, quando a terra sobre a qual vivemos não era nem uma massa incandescente, e o sistema solar não tinha consistência física, mas era modelado no nada.
  • A Génesis e o fruto proibido

    T. Palamidessi QUEM É A MULHER E QUAL A IMPORTÂNCIA QUE TEM NA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

    No Éden havia umas Árvores, entre as quais uma da Vida, símbolo da Inteligência de Deuse da vida de Graça, com cujos frutos Adão e Eva tinham que se alimentar. As duas faculdades volitivas deviam aderir perfeitamente a Deus.
  • O Fruto Proibido e a Natureza do Pecado original

    T. Palamidessi QUEM É A MULHER E QUAL A IMPORTÂNCIA QUE TEM NA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

    O III° Capítulo da Génesis,v.1-7, desvela a natureza do pecado original: a magia negra e a soberba de pensar-se omnipotentes. Adão, por meio da sua faculdade volitiva Aîsh, pôde realizar os seus pensamentos, fazendo-os passar da potência ao acto. Tudo o que Adãoqueria, existia.
  • O Andrógino, o Homem Cósmico

    T. PalamidessiA CONSTITUIÇÃO OCULTA DO HOMEM E DA MULHER

    O Andrógino, como já sabemos, é o Homem Cósmico que tem em si próprio os dois princípios do Eterno Masculino e do Eterno Feminino. Dele esboça a Bíblia e se fala nos comentários esotéricos da Cabala. O estado de androginia está explicado pelas Escrituras na clássica linguagem da Revelação ("Ele os criou macho e fêmea"- Génesis, I:27). No mito bíblico o nome de Eva quer dizer "a vida","a que vive","mãe dos que vivem".
  • ARVORE DA CIÊNCIA DO BEM O DO MAL

    T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    ARVORE DA CIÊNCIA DO BEM O DO MAL: o mito e o símbolo da “Arvore do Conhecimento”, denominado também “Arvore da Ciência do Bem e do Mal”, se encontra em muitas Sagradas Escrituras a testemunha da universalidade da Tradição oculta para interpretar os dogmas da religião. Esta Arvore figura sempre num jardim ou uma terra do céu, unida a uma outra arvore, aquela da Vida. As duas arvores eram veneradas pelos Persas, pelos Babilónios, pelos antigos Egípcios, na Índia, e se diz que trata-se, por certas tradições, de uma própria arvore. Sem dúvida no nosso Antigo e Novo Testamento este mito, obscuro a muitos mas eloquente aos poucos, assume para nós um significado profundo. Paremos um pouco e tentemos compreendê-lo.

  • ARVORE DA VIDA

    T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    ARVORE DA VIDA: no simbolismo cabalístico da Génese de Moisés, se encontrava no Éden uma Arvore com 4 frutos capazes de dar a imortalidade a quem a comesse. Desta arvore se fala na Índia no 135º hino do décimo livro da Rig-Veda. Esse significa a vida perfeita que tira o desejo de renascer na vida mortal. Dos seus frutos se nutrem os beatos que ganham a imunidade contra o destino de reincarnação nos mundos de dor.

  • ASCESE MÁGICA

    T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    ASCESE MÁGICA: Abris bem os olhos e tendei as orelhas! Nós não temos nada que fazer e nada a dividir com a magia geralmente entendida, já maldita de Deus, da Igreja e dos honestos.

    A ascesi mágica é o esforço, a acção para dominar as forças da natureza para que deixem a via liberta, a passagem livre ao herói que quer entrar com violência no Reino dos Céus. O asceta cristão, o Arqueósofo, se encontra como numa floresta insidiada de serpentes, demónios, precipícios, uma jungla intricada com arvores venenosas, que deve atravessar-se com coragem, ceifando diante de si cada obstáculo e traçando um caminho seguro que o conduzirá até os límpidos rios de água viva cristã para dessedentar-se, e colher entre os ramos da Arvore da Vida os frutos da inteligência de Deus, os frutos da imortalidade e da paz sem fim.

  • AVATÂRA

    T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    AVATÂRA: á letra quer dizer “ descida”, deriva da raiz da língua sancrita da Índia avatr. Corresponde ao conceito hindu e esotérico cristão de “incarnação” de Deus em forma diversa, alguns dos quais já apareceram ou se apresentam periodicamente para fins bem precisos da salvação humana. Então o Avatâra ou os Avatârsão os Messias, os Salvadores em consequência da ignorância e do pecado. Mas mais que incarnações de deus trata-se de corpos humanos escolhidos, nos quais insedia-se uma possante concentração de compaixão e misericórdia “presença espiritual especial divina”.

  • INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

    T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA: é a mais eficaz entre as iniciações que uma pessoa humana física possa dar a uma outra pessoa de ambos os sexos. Essa é uma iniciação horizontal(ver termo), ou seja humana. As suas características são tais pelo qual os seus princípios são válidos para todas as confissões religiosas em conformidade ao princípio da unidade transcendente das Religiões.

  • INICIAÇÃO CRISTÃ

    T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    INICIAÇÃO CRISTÃ: os três sacramentos maiores- baptismo, crisma e eucaristia- são ligados em conjunto num só acto que se chama a “Iniciação Cristã”. Essa garante a aproximação á Arvore da Vida, proibida á humanidade decaída e novamente permitido com o sacrifício do Redentor. O neófita(ver termo) ou quem tem recebido a Iniciação, é considerado uma planta apenas nascida que deve tornar-se uma arvore; ele recebe o selo de pertença ao povo de Deus juntado em Cristo que vive no novo eone-eucaristia (ver eone-eucaristia). Aqueles que não foram ainda iniciados a Cristo, pediam a S.Pedro que coisa deviam fazer.

  • O Baptismo

    T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    baptismo é um “banho de eternidade”. O termo significa imersão, mergulho, descida na água. A água baptismal tem o valor sacramental do sangue purificador de Cristo, e a Cruz da Ascese e dos meios desta Ascese coloca-se de tal modo ao início da vida nova, a vida de retorno ao Paraíso após a longa caminhada de reencarnação em reencarnação. 

  • INICIAÇÃO EM GERAL

    T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    INICIAÇÃO EM GERAL: do latino in-eo = entrar no interior(daqual initium, início, iniciar). No sentido sagrado significa ser admitido entre os participantes de um dado grupo religioso. A iniciação é um rito (ver termo) que efectua e consagra a passagem de um grupo de indivíduos, ou de um só, de uma condição á outra da vida interior, e para a precisão do mundo profano(ver termo)àquela sagrada. Nos grupos primitivos conta muito o conjunto dos ritos que introduzem o jovem ou a jovem na sociedade dos adultos.

  • o Preste João

    A. Benassai A LENDA DO SANTO GRAAL E O REINO MISTERIOSO

    Desde tempos primordiais a tradição chegou até a Idade Média onde se revestiu das formas simbólicas do tempo. Então falou-se sobre o reino do Preste João e a lenda do Rei Arthur. 

    Preste João” não é o nome de qualquer personagem misterioso, mas um título; conta-se, de facto, na saga de uma dinastia de “Preste João”, ou seja de uma antiga linhagem de reis que, como aquela do rei guerreiro David, teria unido em si a dignidade real e o poder sacerdotal.

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