Tradição Arqueosófica

  • Tradição Arqueosófica

    T. Palamidessi TRADIÇÃO ARCAICA E FUNDAMENTOS DA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

    Tradição Arqueosóficae unidade das religiões estão plenamente de acordo, porque a ideia fundamental sobre a qual se baseia a nossa ciência experimental do espírito, é duma Tradição universal e primordial da qual nasceram todas as religiões, e da qual as filosofias são uma expressão inferior e parcial, que representa toda a angústia da humanidade para se aproximar da unidade religiosa no decorrer de milhares de anos até hoje. Esta Tradiçãoé constituída por um conjunto de princípios permanentes e transcendentes, cuja origem é só em parte humana, não sendo susceptíveis de evolução, sendo, estes, princípios permanentes e transcendentes. Esta Tradição é algo que foi transmitido por uma condição anterior do género humano à sua condição actual.
  • O Caminho e a Tradição

    T. Palamidessi TRADIÇÃO ARCAICA E FUNDAMENTOS DA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

    Quando falamos dos meios para alcançar o conhecimento puro, referimo-nos ao caminho que da religião nos conduz para um conhecimento novo, exacto e completo. O Caminho é o raio que vai da periferia ao centro, do humano ao divino. Alí, sobre a circunferência, podem existir inúmeros raios tantos quantos são os pontos, mas sempre convergentes ao centro.
    Todos estes raios são tantos quantos os caminhos ou métodos esotéricos apropriados aos seres colocados nos diferentes pontos da circunferência, coerentes com a diversidade das suas naturezas individuais. Por isso, está escrito na Bíblia e no Alcorão que os caminhos em direcção a Deus são tantos quantas as almas dos homens.
    Mas o centro, ou seja a Verdade, Deus é um só, como um é o objetivo dos aspirantes à Verdade.
  • O Anel para saldar a Tradição do Oriente e do Ocidente

    T. Palamidessi QUEM É A MULHER E QUAL A IMPORTÂNCIA QUE TEM NA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

    No primeiro Caderno, "Tradição Arcaica e fundamentos da Iniciação Arqueosófica", atribuimos à Arqueosofia o completo conhecimento dos princípios que se referem a Deus, aos problemas do espírito, da alma emotiva e do eros, à evolução do cosmos, ao facto universal do bem e do mal, da dor, à morte, à reencarnação e aos meios extraordinários para nos salvar.
  • O Graal

    T. Palamidessi EXPERIÊNCIA MISTÉRICA DO SANTO GRAAL

    Sobre o Graalmuito foi escrito desde o séc. XII até hoje, a começar pelos romances da "Távola Redonda" e as lendas do ciclo cavaleiresco, até chegar a toda a crítica literária do período seguinte.
     
    Supuseram tratar-se de um objecto de culto religioso feito em ouro ou de outros materiais misteriosos, mais precisamente do Cálice usado por Jesus Cristo na sua última Ceia eucarística: o mesmo cálice que serviu a José de Arimateiapara recolher o sangue e a água do costado lesionado do Redentor.
  • HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    TOMMASO PALAMIDESSI

    HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    Trigésimo Quinto Caderno

  • RELIGIÃO CRISTÃ E TRADIÇÃO METAFÍSICA PRIMORDIAL UNITÁRIA

    T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    Para além de cada religião ou tradição espiritualizante particular, existe uma Tradição metafísica arcaica ou primordial unitária. Isto compreende-se com algumas passagens escriturais e com alguns escritos dos primeiros seguidores de Jesus.
     
    O termo “metafísico” quer significar um saber inerente não ao mundo físico, mas a uma realidade que transcende o mundo humano e terreno. Ao facto incontestável que sempre existiu uma Tradição primordial unitária e metafísica, comunicada um pouco de cada vez a toda a humanidade, mencionam Justino Mártir nas suas “Apologias” e Santo Agostinho Bispo de Hipona nos tratados “A verdadeira religião” e “Retratações”. Este último na verdade afirma que a religião cristã sempre existiu antes de o Messias se encarnar. Como? É fácil intuir isso aceitando o conceito metafisicamente.
  • A REVELAÇÃO OU ENSINAMENTO DIVINO

    T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

    O ensinamento de qualquer arte, técnica, filosofia, moral, de homem que sabe para homem que não sabe, é sempre gradual porque começa pelos conceitos elementares para chegar aos mais complexos: o docente deve ser entendido começando pelas noções simples, fáceis, para explicar no tempo a parte mais difícil da própria disciplina. Nenhum estudante será admitido aos estudos do cálculo integral e infinitesimal sem antes ter percebido e assimilado na teoria e na prática a aritmética, a geometria, a álgebra e a trigonometria, ou seja passando da matemática inferior à superior.
  • ASCESE

    T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    ASCESE: é o vocábulo que deriva do grego askéin ascein = trabalho com arte, exercício atlético.

    Considerada como trabalho espiritual á inseparável da religião. Essa é o esforço metódico para transformar os vícios em virtudes, as debilidades em fortalezas. Os Essénios do Mar Morto eram chamados asketés ou ascetas, ou seja gente que queria obter a cada custo a ascese. Os atletas pela ascese, pelo esforço, se medem abertamente e directamente com os demónios, os varrem para dirigir-se até á pátria adâmica, o Paraíso.

  • ASCESE MÁGICA

    T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    ASCESE MÁGICA: Abris bem os olhos e tendei as orelhas! Nós não temos nada que fazer e nada a dividir com a magia geralmente entendida, já maldita de Deus, da Igreja e dos honestos.

    A ascesi mágica é o esforço, a acção para dominar as forças da natureza para que deixem a via liberta, a passagem livre ao herói que quer entrar com violência no Reino dos Céus. O asceta cristão, o Arqueósofo, se encontra como numa floresta insidiada de serpentes, demónios, precipícios, uma jungla intricada com arvores venenosas, que deve atravessar-se com coragem, ceifando diante de si cada obstáculo e traçando um caminho seguro que o conduzirá até os límpidos rios de água viva cristã para dessedentar-se, e colher entre os ramos da Arvore da Vida os frutos da inteligência de Deus, os frutos da imortalidade e da paz sem fim.

  • SANTO GRAAL A TRADIÇÃO ARQUEOSÓFICA

     

    ALESSANDRO BENASSAI

    SANTO GRAAL A TRADIÇÃO ARQUEOSÓFICA

    FLORENÇA, 1987

     

  • A etimologia da palavra Graal

    A. Benassai SANTO GRAAL A TRADIÇÃO ARQUEOSÓFICA

    O Graal ou Taça na língua sânscrita é o Grahada raça indoariana, a raça guerreira (da Aries = Marte) que há milhares de anos estava localizada numa região nórdico-boreal, da qual o Svalbard e a Grunelândia, a terra verde, são antigas ruínas. A etimologia da palavra Graal revela um significado íntimo que pode ser útil para esclarecer o mistério que a envolve. 

  • O Graal e a Terra Verde

    A. Benassai SANTO GRAAL A TRADIÇÃO ARQUEOSÓFICA

    A etimologia da palavra Graal revela um significado íntimo que pode ser útil para esclarecer o mistério que a envolve. A mesma raiz encontra-se nos termos alemãs GRUN e GRUND e nas anglosaxónicas GREENe GROUND, que são traduzidas, respectivamente: VERDE, com o significado de vigor e juventude; e TERRA, base, fundamento.

  • Santo Graal: o episódio de Melkitsedek e Abraão

    A. Benassai SANTO GRAAL A TRADIÇÃO ARQUEOSÓFICA

    O Graalou Santo Cálice que contém a bebida da imortalidade é conquistado nos contos cavailherescos pelo herói, que afirmando as suas virtudes supera os aspectos limitativos da personalidade inferior e vence pela Graça divina a batalha contra as forças obscuras, os reis de Edom, como o episódio de Melkitsedek e Abraão nos revela:

  • a Epifania e os Reis Magos

    A. Benassai SANTO GRAAL A TRADIÇÃO ARQUEOSÓFICA

    No dia 6 de Janeiro festeja-se a Epifania, a "manifestação divina", "le jour des Rois", a festa da luz que vinha celebrada no calendário mitríaco e isíaco no tempo de Alexandria romana. Adorava-se então a Virgem Core-Ísis, que tinha dado à luz Aion, o Evo ou o Ouro, cujo símbolo era a Fénix.

  • O NOME MENÉS

    A. Benassai O MISTÉRIO DAS PIRÂMIDES

    O nome M-n-i (Menes) corresponde ao Manu da India que deriva da raiz indo-ariana munj “mugir”, “emitir um som potente”. Este nome, como tínhamos visto, mais que indicar uma personagem designa um princípio de ordem espiritual, um centro de Sabedoria Arcaica de origem humano-divina. Este centro espiritual primordial manifesta-se nos vários centros tradicionais que estão na origem da civilização através do rei, soberano pontífice que une o céu à terra.

  • MENES E A PRIMEIRA DINASTIA

    A. Benassai O MISTÉRIO DAS PIRÂMIDES

    O rei conquistou as terras limítrofes, estabeleceu o culto solar e fez outras proezas incríveis antes de ser levado para o céu. Heródoto acrescentou que foi este rei, depois de ter contido e canalizado as águas do Nilo num percurso estável no vale entre os montes, a edificar em Mênfisum grande templo dedicado a Vulcano, o primeiro Homem.

  • COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    TOMMASO PALAMIDESSI

    COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    Exegese Arqueosófica A Mateus, Marcos,Lucas e João

    Caderno 36

  • O GRANDE ARCANO DOS QUATRO EVANGELHOS SEGUNDO MATEUS,MARCUS,LUCAS E JOÃO.

    T. Palamidessi COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    Evangelho, ou Vangelo, em grego quer dizer “boa notícia” porque anuncia a todos a possibilidade de salvar-se espiritualmente com a ajuda de Cristo, o Filho de Deus incarnado no Homem Jesus: aquele Messias anunciado pelos profetas do Antigo Testamento, tais como Moisés, Daniel, Isaias, Elias e João o Baptista, que tinham preparado a estrada ao Advento. 

  • O GRANDE ARCANO DOS QUATRO EVANGELHOS

    T. Palamidessi COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    Da leitura e estudo dos passos reportados neste fascículo, entenderão que o grande arcano dos Evangelhosconsiste nas artes subtis dos quatro Iniciados no expor á vida terrena e sobrenatural de Jesus, do nascimento á crucificação, com tantos e tantos episódios ( curas milagrosas, viagens missionárias, transmutação da água em vinho, multiplicação dos pães e dos peixes, ressurreição da tumba, etc.) que são simultaneamente factos históricos, ensinamentos morais, chaves de teologia ascética e mística, soluções de Alta Iniciação

  • A Predicação de Jesus Cristo

    T. Palamidessi COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    predicação de Cristo se insere na tradição do hebraico com uma nova revelação e uma nova vida espiritual, que supera todas as precedentes, e surge no momento culminante da civilização grego-romana, meio milénio depois que Confucio tinha indicado á civilização chinesa as suas bases morais e o Buda tinha iniciado o seu colossal movimento espiritual que da Índia seria extenso a todo o Extremo Oriente. Se bem que o Cristianismo, talvez pelo seu nascer, apontasse com a sua universalidade até á Pérsia e a Índia, em menos de três séculos a sua afirmação chega ao Mediterrâneo.

  • Natureza, constituição e condições do Reino de Deus nos Sinópticos

    T. Palamidessi COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    O estudo dos Sinópticos, ou seja dos Evangelhossegundo Mateus, Marcos e Lucas, assim definidos para que as suas colunas harmonizadas possam ser facilmente lidas e confrontados com um só olhar, como puro o exame do Evangelho segundo João e as Cartas de S. Paulo, oferecem um quadro da espiritualidade cristã que resumiremos em poucas páginas.

    Diremos por primeira coisa que a ideia central do ensinamento de Jesus Cristo nos Sinópticos é aquela do Reino de Deus. Por isso, no intento de fazer entender e realizar a espiritualidade que você encontra, indicamos a natureza deste Reino, a constituição e as condições para aceder-vos.

  • Os argumentos do Ensinamento Esotérico

    T. Palamidessi COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    Os argumentos do ensinamento esotérico se referiam ás seguintes doutrinas:
    1. A doutrina de Deus;
    2. A doutrina do Cosmo;
    3. A doutrina da Lei;
    4. A doutrina do Homem;
    5. A doutrina Ascética.
    Nós trataremos estes argomentos nos cadernos de “Arqueosófica”. Estarão muitas coisas a dizer que devem ser escritas para não andar perdidas. 
  • A vida interior de Deus no Evangelho de S.João

    T. Palamidessi COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    No Quarto Evangelho, dito Segundo S. João, não domina mais a ideia do Reino e a ideia de S. Paulo á cerca do desenho santificador de Deus sobre o homem: domina de facto a ideia da vida espiritual. O evangelista predilecto do Senhor nos faz conhecer a vida interior de Deus, do Verbo incarnadoe por fim do Cristão. Eis a síntese:

  • O MILAGRE E O ENSINAMENTO OCULTO DE JESUS CRISTO COM A PRIMEIRA MULTIPLICAÇÃO DE CINCO PÃES E DOIS PEIXES

    T. Palamidessi COMENTÁRIO ESOTÉRICO AOS QUATRO EVANGELHOS

    Porque este episódio é um dos mais enigmáticos, o temos escolhido para comentá-lo. A distância de pouco tempo deste acontecimento, existe uma segunda multiplicação dos pães e dos peixes, operada sempre por Jesus, cujo significado, porém, não é o mesmo. Nos ocuparemos da primeira, narrada por S. João,6,1-15, S. Lucas,9,10-17, S. Marcos,6,30-33 e S. Mateus,14,13-21.

  • OS MISTÉRIOS MENORES E MAIORES DA MÚSICA

    Tommaso Palamidessi, TRATADO DE MÚSICA E MELURGIA ARQUEOSÓFICA

    O aparecer deste título em principio à extensão que segue podeparecer à primeira vista incompreensível. A música na opinião comum não tem mistérios, nem pequenos nem grandes, os ensinadores, as academias, os conservatórios, os tratados de gramática musical, harmonia e contraponto não faltam, como não escasseiam os instrumentos musicais tecnologicamente quase perfeitos. Mas estamos seguros que a Arte e a Ciência do canto e da música estarão todos aqui? Ou existe ainda outros a conhecer, guardado zelosamente de há milénios pelas escolas misteriosóficas , prevenindo-nos a obra dos grandes Iniciáticosda Melurgia? Pois bem, sim! Existe ainda muito a conhecer e a descobrir. Estes conhecimentos são muito antigos, esses pertencem à Tradição Arqueosófica começada com a Criação do mundo e mais tarde continuada nas escolas misteriosóficasque retiveram a Música coral e instrumental uma das vias magistrais para ultrapassar-se a si mesmos utilizando as várias ascéticas entre as quais, neste momento, a musical.

  • A cultura musical hebraica

    Tommaso Palamidessi, TRATADO DE MÚSICA E MELURGIA ARQUEOSÓFICA

    A cultura musical hebraica(ca. 1400 a.C. – 20 d.C) podemos segui-la também no Antigo Testamento.

  • A Lenda Do Santo Graal E O Reino Misterioso

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