MELODIA

  • TRATADO DE MÚSICA E MELURGIA ARQUEOSÓFICA

    TOMMASO PALAMIDESSI

    TRATADO DE MÚSICA E MELURGIA ARQUEOSÓFICA

    Do Caderno vigésimo nono

  • CONCEITO DE MELODIA E MELURGIA

    Tommaso Palamidessi, TRATADO DE MÚSICA E MELURGIA ARQUEOSÓFICA

    A melodia é um vocábulo de origem grega (melos) que quer dizer “canto”. A melodia é portanto um todo musicalmente orgânico que satisfaz ao mesmo tempo o ouvido e a inteligência enquanto sucessão horizontal de diversos sons de duração, intensidade e altura fónica variáveis ordenados com lógica musical e colhidos em relação entre eles para exprimir um pensamento musical.

  • OS MISTÉRIOS MENORES E MAIORES DA MÚSICA

    Tommaso Palamidessi, TRATADO DE MÚSICA E MELURGIA ARQUEOSÓFICA

    O aparecer deste título em principio à extensão que segue podeparecer à primeira vista incompreensível. A música na opinião comum não tem mistérios, nem pequenos nem grandes, os ensinadores, as academias, os conservatórios, os tratados de gramática musical, harmonia e contraponto não faltam, como não escasseiam os instrumentos musicais tecnologicamente quase perfeitos. Mas estamos seguros que a Arte e a Ciência do canto e da música estarão todos aqui? Ou existe ainda outros a conhecer, guardado zelosamente de há milénios pelas escolas misteriosóficas , prevenindo-nos a obra dos grandes Iniciáticosda Melurgia? Pois bem, sim! Existe ainda muito a conhecer e a descobrir. Estes conhecimentos são muito antigos, esses pertencem à Tradição Arqueosófica começada com a Criação do mundo e mais tarde continuada nas escolas misteriosóficasque retiveram a Música coral e instrumental uma das vias magistrais para ultrapassar-se a si mesmos utilizando as várias ascéticas entre as quais, neste momento, a musical.

  • A cultura musical hebraica

    Tommaso Palamidessi, TRATADO DE MÚSICA E MELURGIA ARQUEOSÓFICA

    A cultura musical hebraica(ca. 1400 a.C. – 20 d.C) podemos segui-la também no Antigo Testamento.

  • Música e os Mistérios

    Tommaso Palamidessi, TRATADO DE MÚSICA E MELURGIA ARQUEOSÓFICA

    O canto e a música das escolas mistéricas pre-cristãs e cristãs não era e não podia ser litúrgico, ou seja destinado ao culto popular de Deus, mas “melurgico”, portanto reservado para aqueles que se sentiam a praticar a ascese até às mais excelsas consequências: a união mística. Em tudo isto a escola catequista de Alexandria do Egipto, Cesareia da Palestina, conheceu desenvolvidos notáveis que tais se mantiveram por muitos séculos.  Neste tipo de música foi instruído S. Gregorio o Taumaturgo, discípulo de Orígene, ele próprio organista e compositor assim como tocador de citara.

  • Música nos Mistérios Antigos

    Tommaso Palamidessi, TRATADO DE MÚSICA E MELURGIA ARQUEOSÓFICA

    O termo Música deriva das Musasque segundo o mito Órfico e Eleusino presidiam ao canto, à poesia, à musica, à dança, à astronomia e outros campos úteis à edificação física, moral e espiritual do homem. O seu numero, sabemo-lo, era de nove.

    Os Gregos comparavam os pequenos Mistérios com a Música, os grandes Mistérios com a filosofia. Aristide Quintiliano em De Musica, III, p. 165 escreve: “A música e a filosofia são neles próprios análogos como os pequenos e os grandes mistérios”.

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