INICIAÇÃO

  • OS OBJECTIVOS DA ORDEM INICIÁTICA LÓTUS+CRUZ

    TOMMASO PALAMIDESSI

    OS OBJECTIVOS DA ORDEM INICIÁTICA LÓTUS+CRUZ

    Terceiro Caderno

  • INTRODUÇÃO AOS MISTÉRIOS MENORES E MAIORES

    TOMMASO PALAMIDESSI

    INTRODUÇÃO AOS MISTÉRIOS MENORES E MAIORES

    Alguns aspectos dos Mistérios Cristãos e antigos à luz da Arqueosofia

    Quarto Caderno

  • DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    TOMMASO PALAMIDESSI

    DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

    Quadragésimo Caderno

  • TRADIÇÃO ARCAICA E FUNDAMENTOS DA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

    TOMMASO PALAMIDESSI

    TRADIÇÃO ARCAICA E FUNDAMENTOS DA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

    Primeiro Caderno

  • DE ONDE VIEMOS E PARA ONDE VAMOS

    T. Palamidessi TRADIÇÃO ARCAICA E FUNDAMENTOS DA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

    A sede de conhecimento, cedo ou tarde, numa idade ou noutra, aflora à mente com as suas eternas perguntas:"Quem somos? Por que vivemos? Onde vamos? De onde viemos? Teremos uma alma que sobrevive à dissolução do corpo ou perece com ele? Existe, depois da presente, uma outra vida? Será melhor ou pior do que esta? Existirá um Deus superior a nós, que vê e vigia atencioso e exigente, ao qual devemos prestar conta de tudo, dos pensamentos, das palavras e das acções? Existirá um prémio para quem faz o bem e uma punição para quem realiza o mal? Haverá, para quem sofre na pobreza e na doença, privado de afecto e de assistência, uma razão lógica, ou existirá só e unicamente a matéria em movimento com a sua dialética inflexível e nem o desconfortante eterno de tornar-se sem finalidade?"
  • O Iniciador

    T. Palamidessi TRADIÇÃO ARCAICA E FUNDAMENTOS DA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

    A projecção de forças psicobiofísicas do Iniciadorao iniciando é a primeira condição para tornar possível a Iniciação Vertical, directamente do Alto pelas divinas energias.
  • Iniciação antiga dos pagãos e baptismo

    T. Palamidessi TRADIÇÃO ARCAICA E FUNDAMENTOS DA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

    Nos Santuários da Índia, Egipto e Grécia, o discípulo era colocado pelo seu instrutor na condição de sono letárgico por três dias e três noites, depois de uma preliminar catarse(ou purificação) física e moral, jejum e preces. Durante a letargia, a alma(que é composta por três princípios: espírito, alma patética e eros, mais os corpos subtis, como o causal, mental,emocional e etéreo) separava-se do corpo físico por um certo tempo, permanecendo, por enquanto, unida ao corpo através de um ténue fio de prata (vê-se na Bíblia o Eclesiastes,XII,6).
  • Ascese Arqueosofica e Ascese integral

    T. Palamidessi TRADIÇÃO ARCAICA E FUNDAMENTOS DA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

    A Arqueosofia propõe uma Ascese integral, constituida,por outras asceses integradas, que enumeramos do modo como se segue:
    1. ASCESE FISIOLÓGICA E PSICOSOMÁTICA, para o bem-estar físico e o máximo equilíbrio e rendimento do corpo, das suas energias, com objectivo de fazer dele um templo do espírito: premissa necessária para preparar um bom karma(destino) com vista à "ressurreição do corpo" sadio e belo.
    2. A INICIAÇÃO PARA A MULHER E O ADEPTADO FEMININO

      TOMMASO PALAMIDESSI

      A INICIAÇÃO PARA A MULHER E O ADEPTADO FEMININO

      Segundo Caderno

    3. QUEM É A MULHER E QUAL A IMPORTÂNCIA QUE TEM NA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

      T. Palamidessi QUEM É A MULHER E QUAL A IMPORTÂNCIA QUE TEM NA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

      À pergunta:-Quem é a mulher?- contrapõem-se várias definições convergentes,dos psicólogos, teólogos, filósofos, sociólogos e biólogos. Por outro lado, nós temos a resposta que nestes séculos nos deram os mitos, as fábulas da mitologia, os símbolos, entre os quais existe a narração da Génesis, em cuja direcção somos particularmente sensíveis e interessados.
    4. O Anel para saldar a Tradição do Oriente e do Ocidente

      T. Palamidessi QUEM É A MULHER E QUAL A IMPORTÂNCIA QUE TEM NA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

      No primeiro Caderno, "Tradição Arcaica e fundamentos da Iniciação Arqueosófica", atribuimos à Arqueosofia o completo conhecimento dos princípios que se referem a Deus, aos problemas do espírito, da alma emotiva e do eros, à evolução do cosmos, ao facto universal do bem e do mal, da dor, à morte, à reencarnação e aos meios extraordinários para nos salvar.
    5. QUE DIFERENÇA HÁ ENTRE A MULHER COMUM E A INICIADA

      T. Palamidessi QUEM É A MULHER E QUAL A IMPORTÂNCIA QUE TEM NA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

      A mulher comum tem as mesmas insuficiências espirituais do homem comum. Ela nasce e morre no sofrimento, na fadiga, preocupada com a casa, a família, longe dos estudos religiosos e da vida religiosa extraordinária. Ignora a ciência do espírito, isto é, a Arqueosofia, e os métodos que a salvaria dum destino cinzento, incerto, com existências desperdiçadas. A mulher comum é uma criatura desfeita como os restos dum naufrágio frustado pelas vagas da vida cósmica. 
    6. Iniciado, Mestre e Mestre Perfeito ou Adepto

      T. Palamidessi QUEM É A MULHER E QUAL A IMPORTÂNCIA QUE TEM NA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

      "Iniciação" significa começar uma nova vida, entrar em contacto com o mundo do espírito, ver o Reino de Deus. É o início dum trabalho no qual todas as forças do corpo fisico, da alma e do espírito estão empenhadas, com a ajuda pessoal dum instrutor ou Mestre, cuja função é a de levar uma consciência até ao compromisso de amor com a Divindade.
    7. Mulher como Iniciada e Adepta

      T. Palamidessi QUEM É A MULHER E QUAL A IMPORTÂNCIA QUE TEM NA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

      Nós estamos acostumados a avaliar a grandeza duma pessoa por aquilo que era e se tornou por meio do esforço pessoal e a ajuda de alguém. Um jovem que derrama sobre o corpo gasolina e transforma-se em tocha viva para despertar os compatriotas para que defendam a liberdade; São Francisco de Assis e Santa Claraque escolhem a pobreza e doam-se à ascese mística ajudando as outras pessoas; São Pauloe Joana D'Arc que enfrentam o martírio por um supremo ideal; Ipazia, Pitágoras, Santa Teresa de Ávila, Dante, Virgílio, Buda, Blawatsky e muitos outros, cada um deles tem algumas qualidades. Então, o Iniciado e a Iniciadareuném-se numa pessoa só, o melhor de todos eles.
    8. Pitágoras e a Mulher na Iniciação

      T. Palamidessi QUEM É A MULHER E QUAL A IMPORTÂNCIA QUE TEM NA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

      Há muito tempo atrás, quando as escolas de perfeição e santificação negavam à mulher o direito à Iniciaçãoe relegavam-nas entre as médiuns e as sibilas, um dos maiores génios e Iniciados da história, Pitágoras, declarou a mulher idónea à celebração dos Mistérios e à vida iniciática. Isto acontecia 500 anos antes de Cristo.
    9. O Matrimónio e a Iniciação

      T. Palamidessi QUEM É A MULHER E QUAL A IMPORTÂNCIA QUE TEM NA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

      Entre o matrimóniode duas criaturas e a Iniciação há uma certa analogia. Há sempre a acção da polaridade masculina e feminina. No baptismo, entendido como iniciação cristã, existe sempre a acção bipolar. Assim é na Iniciação horizontal ou humana. Ela é mais eficaz quando dada por dois Iniciadores de sexo diferente. A razão encontra-se no facto de que a mulher, durante o rito desperta no homem, pela lei da polaridade, o seu aspecto feminino dormente, latente. O que acabamos de dizer é um segredo que acabou de ser desvendado, revelado pela primeira vez a todas as mulheres.
    10. A lei da polaridade

      T. Palamidessi QUEM É A MULHER E QUAL A IMPORTÂNCIA QUE TEM NA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

      O homem é de polaridade negativa no plano mental e positiva no plano material; vice-versa a mulheré positiva no plano mental e negativa no plano físico. A experiência e o ensino secreto dizem que o fallusdo homem é polarizado positivamente, enquanto a kteisda mulheré-o negativamente; a cabeça do homeme o seu cérebro são negativos em comparação aos femininos que são positivos.
    11. O MECANISMO DA INICIAÇÃO

      T. Palamidessi QUEM É A MULHER E QUAL A IMPORTÂNCIA QUE TEM NA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

      Quando um bom pedaço de aço entra em contacto com um íman, o aço torna-se magnético, torna-se por sua vez um íman. A Iniciação é, de certa forma, uma operação semelhante. O Iniciador ou a Iniciadora são o íman e o iniciando ou receptor é o aço, porque tal tem que ser a consistência de quem moralmente se temperou na ascese.
    12. ITINERÁRIO DA ASCESE FEMININA

      T. Palamidessi QUEM É A MULHER E QUAL A IMPORTÂNCIA QUE TEM NA INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

      Pegar com força o Reino do Céu é um conselho que Cristo deu, e isto é o aspecto Iniciático do Cristianismo Esotérico. Esta conquista pressupõe uma viagem voluntária através dos inúmeros mundos que compenetram a terra, sobre a qual vós Mulheres habitam na qualidade de prisoneiras ou deusas em exílio. Para empreender esta emigração de libertação, que vos dará o modo para não se reencarnarem nunca mais sobre este planeta(a não ser para uma missão apostólica), deverão realizar um itinerário para dirigir correctamente os vossos passos, ultrapassar os perigos e as barreiras dos Guardas das Limiares e chegar até ao destino.
    13. Os Pequenos Mistérios

      (T.Palamidessi, Introdução aos Mistérios Menores e Maiores)

      Nos graus inferiores da Iniciação o ensinamento consistia numa preparação, chamada dos Pequenos Mistérios, a fim de que o Neófita obtivesse o domínio em três coisas:

      1. - Purificação física;
      2. - Síntese intelectual;
      3. - Percepção espiritual.
      4. UMA ESCOLHA NECESSÁRIA

        T. Palamidessi OS OBJECTIVOS DA ORDEM INICIÁTICA LÓTUS+CRUZ

        Fundar uma Ordem Iniciáticae chamá-la “Lótus+Cruz” significa reunir outros pesquisadores de Deus, disseminados sobre o planeta, separados e talvez muito sós, para progredir no Sentido da paz, da santificação e da perfeita união com o Absoluto.
         
        É como dizer, com as palavras do profeta Jeremias(XL:5):”Vinde, unamo-nos ao Eterno com uma aliança eterna, que não seja nunca esquecida”. Aliar-se e caminhar juntos com humildade quer dizer amar-se, compreender-se, ter confiança um no outro em tempos como estes de suspeita e de desconfiança de homem para homem. O caminho até Deus não se percorre sós, mas em grupo, porque nos apoia, nos encoraja, vai-se em frente juntos sem pretensão de ser uns superiores aos outros, aceitando os conhecimentos e a experiência de todos para uma finalidade única: conquistar o Reino dos Céus.
         
        Participar numa Ordem iniciáticaé uma rara ocasião, e podendo ser irrepetível. Uma Ordem é como uma Eclésia, um sacerdócio esotérico para o qual se deve ter a vocação e a chamada, a humildade e a confiança na própria Ordem e nas suas finalidades. Pode ser, porém, que a vocação não seja ainda assim forte para esta escolha. Em tal caso existe “Arqueosófica”, uma escola esotérica que encaminha à Iniciação: uma livre escola para livres estudiosos, que não devam sentir-se escolares nem aprendizes, mas irmãos que auscultam de viva voz de outros irmãos, ou querem doutrinar-se pelos seus escritos que expõem os resultados de severos estudos e experiências: Irmãos que partiram com uma mentalidade livre de prejuízos e têm analisado, escolhido e aceitado o melhor de todas as outras escolas esotéricas antigas e modernas. Para além disso “Arqueosófica” tendo compreendido que o Cristo é o mais qualificado para representar o Messias na terra, porque ensinou para todos em conformidade às possibilidades de compreende-lo na linguagem de massas ou popular e segundo uma dialéctica mais avançada ou esotérica, assim “Arqueosófica” considera Jesus Cristo o Mestremais completo para a didáctica arqueosófica.
      5. A Via Mística e a Via Iniciática

        T. Palamidessi OS OBJECTIVOS DA ORDEM INICIÁTICA LÓTUS+CRUZ

        Repetimos ainda que coisa são estas duas Vias, e que diferença existe entre essas:
        1. Via Mística(húmida, lunar): mover-se nas águas e depois sobre as águas. É este o trabalho e o caminho do Santo que procede volenteroso em espera da Graça santificante, a fim de que chega à contemplação de Jesus no seu coração e à extasie. É este o destino de tantos Santos venerados pela Igreja, chegados só até ao Filho, mas que não têm avançado, ou seja não têm seguido a Via sucessiva (iniciática), que leva ao Pai. 
        2. O Templo ou recinto sagrado

          T. Palamidessi A VIA DOS SÍMBOLOS E A TRANSMUTAÇÃO ESPIRITUAL

          O primeiro encontro com os símbolos faz-se no Templo. Quem tem a ocasião e o privilégio de entrar num templo com uma certa preparação responsável apercebe-se que tudo é baseado no simbolismo, dos objectos aos participantes no rito, e que o próprio Templo é um recinto sagrado, um espaço consagradoe mantido puro para fins rituais e também teúrgicos.
           
          Este espaço sagrado, isolado daquele profano, é preservado da invasão desagregadora, graças ao poder oculto dos símbolos.
           
          O Templocom tudo que ele contém é um cosmograma, é o universo inteiro imune à contaminação, delineado segundo um esquema tradicional essencial; é uma defesa mágica, uma protecção contra as forças arcanas que ameaçam, além da pureza sagrada do lugar, também a integridade psíquica dos Iniciadosque acolhe: Iniciados unidos com um mesmo objectivo como numa fortaleza inexpugnável.  é uma pequena cidade e o mundo paradisíaco, segundo a transposição mágica e o poder dos símbolos para o qual os miste pondo-se ao centro se homóloga, se identifica com as forças reguladoras do universo e absorve a potência taumatúrgica.
        3. AS INSIDIAS DA CONTRA-INICIAÇÃO

          T. Palamidessi EXPERIÊNCIA MISTÉRICA DO SANTO GRAAL

          Na conquista do Graal há insidias que na linguagem esotérica estão definidas com o termo de contra-iniciação. Vamos ver o que é. O processo e o fim essencial de cada Iniciação culmina num resultado bem preciso: a saída do próprio Eu do Cosmo.
        4. GNOSE CRISTÃ E GNOSE NÃO CRISTÃ

          T. Palamidessi HISTÓRIA DO CRISTIANISMO ESOTÉRICO

          A gnose do cristão não é a gnose do não cristão. Onde falta um trabalho permanente de auto purificação integral conforme os conselhos, advertências e exemplos de nosso Senhor Jesus Cristo e da graça trinitária, não há gnose. “O homem torna-se Deus, de qualquer maneira, de homem que era” (Stromata, VII, 16).
        5. GRAUS INICIÁTICOS

          T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

          GRAUS INICIÁTICOS: são das promoções aos graus superiores da perfeição, degraus de uma escala para subir ao Paraíso. Cada avanço comporta das provas que conduzem enfrente até á theosis (ver Theosis). A iniciação horizontal (ver voz) é de três graduações (ver Iniciação humana de 1º, 2º e 3º grau).

        6. INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA

          T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

          INICIAÇÃO ARQUEOSÓFICA: é a mais eficaz entre as iniciações que uma pessoa humana física possa dar a uma outra pessoa de ambos os sexos. Essa é uma iniciação horizontal(ver termo), ou seja humana. As suas características são tais pelo qual os seus princípios são válidos para todas as confissões religiosas em conformidade ao princípio da unidade transcendente das Religiões.

        7. INICIAÇÃO CRISTÃ

          T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

          INICIAÇÃO CRISTÃ: os três sacramentos maiores- baptismo, crisma e eucaristia- são ligados em conjunto num só acto que se chama a “Iniciação Cristã”. Essa garante a aproximação á Arvore da Vida, proibida á humanidade decaída e novamente permitido com o sacrifício do Redentor. O neófita(ver termo) ou quem tem recebido a Iniciação, é considerado uma planta apenas nascida que deve tornar-se uma arvore; ele recebe o selo de pertença ao povo de Deus juntado em Cristo que vive no novo eone-eucaristia (ver eone-eucaristia). Aqueles que não foram ainda iniciados a Cristo, pediam a S.Pedro que coisa deviam fazer.

        8. O Baptismo

          T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

          baptismo é um “banho de eternidade”. O termo significa imersão, mergulho, descida na água. A água baptismal tem o valor sacramental do sangue purificador de Cristo, e a Cruz da Ascese e dos meios desta Ascese coloca-se de tal modo ao início da vida nova, a vida de retorno ao Paraíso após a longa caminhada de reencarnação em reencarnação. 

        9. INICIAÇÃO EM GERAL

          T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

          INICIAÇÃO EM GERAL: do latino in-eo = entrar no interior(daqual initium, início, iniciar). No sentido sagrado significa ser admitido entre os participantes de um dado grupo religioso. A iniciação é um rito (ver termo) que efectua e consagra a passagem de um grupo de indivíduos, ou de um só, de uma condição á outra da vida interior, e para a precisão do mundo profano(ver termo)àquela sagrada. Nos grupos primitivos conta muito o conjunto dos ritos que introduzem o jovem ou a jovem na sociedade dos adultos.

        10. INICIAÇÃO HORIZONTAL OU HUMANA

          T. Palamidessi DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE ARQUEOSOFIA

          INICIAÇÃO HORIZONTAL OU HUMANA: quaisquer iniciação que vem conferida de um homem qualificado (ver termo) é chamada horizontal em sentido simbólico, porque horizontal é a linha que de um homem passa a um outro homem: linha entendida como passagem de uma força espiritual e psico-física.

Contacta-nos

Para entrar em contato com Arqueosófica, por questões relativas à atividades ou ao material da escola, pode deixar uma mensagem aqui. Adere á Arqueosófica e difundam a Arqueosofia para a salvação daquilo que na actual sociedade mundial é ainda possível salvar.